PicNic… PicMe


Pão com Queijo por um Beijo
May 29, 2009, 8:55 am
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Pão de Leite e Azeite

Meu desastre momentâneo (até parece que eu estou naquela quinzena precedente ao aniversário conhecida por inferno astral, mas não…) vem assustando o Ric por eu nunca ser assim tão desastrada.

Apesar de tantos tropeços eu consegui fazer não uma, mas duas receitas deliciosas, e sem errar nenhum passo!

O meu pão. Foi minha aula favorita na faculdade. A prof sabia questões químicas e sempre tinha uma explicação bem lógica para os erros correntes dos alunos (uma raridade em uma faculdade tão empírica como a de Gastronomia). Me esbaldei de comer pão quentinho com manteiga naquele último semestre.

Depois acabei deixando o pão meio de canto, tantas outras coisas mais importantes acontecendo que a padaria fechou!

Esse ano, nessa casa nova, que me dá imensa inspiração para as tentativas e erros, e depois de achar um blog super inspirador, eu voltei a me dedicar com amor e esperança aos pães.

A recompensa vem, logo ao abrir o forno. Aquela peça dourada, cheirosa e quentinha provoca imediatamente um sorriso espontâneo em quem é laçado por seu aroma e sabor.

pão aquarela do forno

Foi assim com o pão de leite e azeite que segui à risca a receita do tal blog inspirador (Ela faz pão todo domingo!!!).

E também foi assim, fácil assim, que produzi pela primeira vez um queijo em casa. Foi o máximo do meu êxtase. Leite pode virar queijo e aconteceu na minha cozinha, comigo, e melhor de tudo, o Ric amou! Queijo cottage, seguindo a receita direitinho desse outro blog.

Meu café da manhã de ontem foi privilegiado. Tinha pão fresco feito por mim, queijo fresco feito por mim, sentada sobre um banco perfeito, sobre uma mesa incrível.

O meu ditado favorito, que sempre aplico com parcimônia, para não virar carne de vaca é: “O doce nunca é tão doce sem o amargo”.

Pão e Queijo Cottage



Cupcakes de Saint Patrick
May 24, 2009, 11:42 pm
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trevo

Parece mentira, mas infelizmente não é. Fazer esses cupcakes foi uma verdadeira epopéia, próxima à contada anteriormente.

Amo a palavra epopéia pelo fato de me remeter às aulas de história graga. Epopéia é uma história com muita aventura, acontecimentos impossíveis e saídas ainda mais improváveis, mas dá tudo certo no final (certo ≠ tradicional).

O Paulinho chamou os irmãos para um café da manhã / apresentação do novo apê (que casualmente é o que eu morava!).

Supostamente, não deveríamos levar nada, mas já me antecipei e consegui permissão para alguma douçura.

Amo cupcakes, amo mais ainda aquela cobertura que só é perfeita em uma bakery de esquina qualquer em NY.

Nunca consegui reproduzí-los de forma especial aqui, mas eu tenho todos os apetrechos necessários para tanto. Minha visita ao sobrinho recém-nascido em NY me rendeu uma forma com 12 furos, forminhas de papel amanteigado e confetinhos coloridos.

Resolvi usar as forminhas com o trevo de quatro folhas (minha viagem culminou com a data de Saint Patrick, que é amplamente festejada nos Estados Unidos e eu me deparei com essas forminhas irresitíveis). Esperava mais da ajuda desse santo ou mesmo do milagroso trevo de quatro folhas, mas quem esteve ao meu lado o tempo todo foi Murphy e suas leis.

Peguei uma receita de cupcake de chocolate com café e adaptei à minha realidade. Fui atenta, li e re-li os ingredientes e o passo-a-passo.

Desci as escadas e guardei o gato para começar minha empreitada.

No meio do caminho percebi que tinha ingrediente na lista que não constava nas instruções de preparo. Pára tudo. Subo as escadas, tiro o Ric do computador e releio a receita. Tcharamm, achei o passo que tinha perdido.

Desço as escadas e derreto o chocolate. Era apenas o chocolate da massa do cupcake de CHOCOLATE que estava perdido no meu passo-a-passo. Derreti o bendito e deixei no micro pra esperar a hora certinha de acrescentá-lo à mistura da batedeira.

A massa ficou linda e deu quase certinho para os 12 buraquinhos já devidamente preenchidos com as forminhas desenhadas com trevos. Foram pro forno pré-aquecido e agora era só esperar.

Enquanto isso vou aquecer as xícaras de leite que tinha prometido pro Ric logo pela manhã.

Ahhhhhhhhhhh! Sabe aquele som de espanto em que parece que você vai perder o ar? E aquela incredulidade diante do acontecido que te tira a voz? Foi isso que aconteceu. Eu abri a porta do micro e lá estava, linda e calma, a minha tigela com o chocolate derretido para a massa de cupcakes de CHOCOLATE.

Eu fechei a porta do micro. Tirei meus óculos, caminhei até a sala, sentei no banquinho do Seu Joaquim, olhei pro jardim e chorei.

Chorei mil lágrimas. Não havia consolo. Como? Eu verifiquei a receita. Eu achei um erro a tempo. Como?

Meu sábio irmão mais velho me ensinou um valioso ditado americano: “Where is the catch?” Ele quer dizer basicamente: “Cadê? Aonde eu vou me dar mal?”

Eu achei que o quase erro de quase perder um dos passos seria o catch, engano meu.

Continuei o processo mesmo com as lágrimas e soluços infantis. Sabia que ia ficar bom, não sei dizer como, nem o motivo, mas eu sentia que ia ficar bom, mas P*Q*P*. Denovo.

Ficaram macios, cheirosos e a cobertura divina. Ficaram com aquela cara de Martha Stewart, o prato perfeito, com a ondinha da cobertura perfeita, com uma tampa de bolo perfeita. Amei o conjunto, amei o resultado, mas o miolo….

Turminha

Eu consegui remediar (não são de chocolate e nem tem gosto de café, mas eu consegui salvar, vai?!) e os cupcakes desapareceram no delicioso café da manhã.

CupCakes com tampa

Ps: O apê do Paulinho ficou lindo, nem acredito que é o mesmo espaço que eu usava!

Ps2: Se alguém precisar de pratos perfeitos é necessário nascer de novo e ganhar uma Helena como irmã, a qual acha que Chá-de-Cozinha é Natal e ela é Papai-Noel.

Ps3: Eu sei que cupcakes são ínfimos problemas, mas eu acredito que detalhes do cotidiano são as amostras da nossa vida. Minha vida está como essas receitas.

cupcake saint patricks

RECEITA:

Cupcake de Açúcar Mascavo e Cobertura de Chocolate

(receita adaptada)

Ingredientes:

1/2 xícara de manteiga sem sal

1/2 xícara de açúcar mascavo

2 ovos

3/4 xícara de farinha de trigo

1 colher de chá de fermento químico

1 colher de sopa de cacau em pó

2 colheres de chá de café (o café como se fossemos tomar!)

Para umedecer:

3 colheres de sobremesa de leite integral

3 colheres de sobremesa de café

1 colher de chá de cacau em pó

Cobertura:

300g de chocolate meio amargo

1/4 de xícara de manteiga sem sal

Preparo:

Bater a manteiga e o açúcar mascavo até que fiquem cremosos. Acrescentar um ovo de cada vez, batendo bem a cada

acréscimo.

Em um refratário, misturar a farinha, o fermento e o cacau. Adicionar a mistura da batedeira. Bater bem para que

a massa fique homogênia.

Adicionar as duas colheres de café à mistura e bater até que fique uniforme.

Na assadeira de cupcakes já com as forminhas de papel-manteiga, colocar em cada unidade cerca de 3/4 da sua capacidade.

Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC por cerca de 15 minutos ou até que o palito saia limpinho quando espetado em um

dos cupcakes.

Quando estes estiverem prontos retire do forno e deixe-os esfriar em uma grelha.

Misture todos os ingredientes para umedecer os bolinhos. Faça um pequeno furo no centro de cada bolinho e derrame

cerca de uma colher de chá da mistura para umedecer.

Em banho-maria, derreta os ingredientes para a cobertura até que fique uniforme. Coloque cerca de uma colher de sobremesa

da cobertura em cima de cada cupcake.

Sirva como acompanhamento de um chá ou café!



Cookies: a minha ansiedade me maltrata
May 17, 2009, 8:50 pm
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cookies de chocolate com gotas de chocolate

Ric me pediu cookies. Aliás, ele vem me implorando cookies.

Hoje fomos ao super e a condição dele para que bolachas industriais ficassem fora do carrinho foram cookies.

Ele foi ao jogo com o time dos meninos da família. Hora dos cookies e tudo o mais que eu conseguisse inventar nesse espaço de tempo.

A nossa (sábia) decisão de experimentar viver sem tv a cabo (a aberta simplesmente não existe pra nós) me eliminou uma tentação que só causava frustrações. Eu sempre tinha a expectativa de aproveitar super meu tempo livre e acabava por perder duas horas na esperança do filme ser bom e deixava de costurar/bordar/pintar/escrever e/ou cozinhar.

Subi em busca de uma receita de cookies e fui direto a minha nova fonte de receitas boas e testadas online. Bingo, lá estava a receita perfeita. Fácil, adaptável para o paladar anti-frutassecas do Ric e com a mesma aparência apetitosa dos cookies perfeitos da Pain et Chocolat.

Alterações aqui e acolá, etapas lindas e esperançosas. Forno e tudo deu errado.

cookies: chocolate derretidocookies: misturinha etapa 1cookies: mistrurinha etapa 2

Não fiz as bolinhas do tamanho que pretendia por pura neura de fazer logo. Elas ficaram maiores, mas deixei o tempo de forno das menores. Resultado:

– Os cookies ficaram desmantelados e molengos.

– Sobrou massa pra mais uma fornada, mas como eu fiquei atarantada com os cookies moles, não preparei outra forma e a massa endureceu como a Ana já tinha avisado na receita.

Fiz a segunda fornada, errei de novo. A massa já estava mais dura, mas eu fiz as bolinhas menores com calma (afinal já tava tudo danado mesmo…), deixei mais no forno por insegurança e finalmente, quando prontos eles estava durinhos, mas a borda com sabor levemente queimado e aquele aroma de caramelo passado do ponto.

Enfim. O Ric chegou, amou os cookies molengos de sabor e maciez, mas seriam ainda melhores se pudesse comer como cookies e não como bolo, de garfo (ele até tentou pegar um escondido de mim, mas o cookie quebrou ao meio e caiu no chão para alegria dos animais!)

cookie: ingredientes e receitas

No meio  desse processo todo, resolvi aproveitar o tempo de fornada para passar a limpo a receita de pão que mostrei aqui. Eu reclamei que o resultado final tinha ficado bom, mas exatamente o oposto do descrito na receita original. Eu descobri o motivo: apenas me esqueci de um dos passos da produção. Eu já fiz pão, eu sei que precisa de duas fermentações, mas é óbvio que eu, com minha pressa toda, só deixei fermentar uma vez (eu fiz essa receita errada três vezes!)

Conclusões disso tudo me dão vontade insana de chorar. Eu sei que estou errando, eu já tinha achado estranho não ter uma segunda fermentação, mas não, eu não parei pra ler novamente com clareza a receita. Eu vejo as coisas acontecerem, mas parece que estou vendo de fora, como num sonho ou um filme de espírito, eu não consigo me chacoalhar e apontar o fato.

Já tive essa sensação milhões de vezes. É de deixar qualquer um alucinado. Mas são poucos que já sentiram, logo são poucos que compreendem o que eu estou falando. Assim eu me ignoro e me saboto.

Quando tento dividir essas aflições, provenientes do rio desenfreado que corre por dentro de mim, conclusões precipitadas e superficiais são atiradas contra meu ser.

– Você é muito nervosa, você tem que ser mais calma, você é desatenta, você só está cansada, acontece, vai passar, comigo também, toma maracujina.

– Não, eu não sou nervosa, sou elétrica. Sim, eu sou calma, eu leio com calma, eu só passo por cima, como se não estivesse ali. Eu sou atenta até demais, atenta à vida, às pessoas, à energia, às necessidades que vão além da compreensão. Sim, eu estou cansada, afinal viver com um rio que está sem curso é como viver com asas em uma gaiola. Acontece, mas não é o caso. Ainda não passou e eu não acredito que vá. Com você é com você, sobre quem estamos falando? Deixe de ser egoísta. Remédios ainda não funcionaram.

Essas são as respostas que eu gostaria de poder dar a uma conversa desse gênero, mas a pessoa normalmente não absorve nada e, o que é mais incrível, consegue criar mais dezenas de argumentos fracos até eu desistir e mudar para assuntos como o tempo amanhã.

Avelã + Marrakesh na soneca da tarde

Eu só quero ter a paz de descansar depois de brincar. Quero seguir a ignorante sabedoria dos meus bichinhos. Quero ser feliz sem ter que aprisionar a verdade e a intensidade do meu ser. Quero ser sincera, agitada e entendida.

Vou tentar denovo essa receita. Não pretendo desistir assim tão facilmente das coisas simples.



Jardineiro Fiel
May 13, 2009, 9:05 am
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jardim composto

Foi acompanhando a criação do jardim da tia Ana Paiva que descobri o amor incondicional dos ingleses por seus jardins.

Ela estava planejando seu paisagismo com a ajuda de mil livros sobre o assunto e praguejava os portugueses que contratam uma equipe de jardinagem que monta seu jardim sem tempo e com a mesma cara de todos os outros.

Enquanto ela lia o livro “como fazer seu próprio lago” descorria sobre o amor dos londrinos por suas pequenas partes de terra atrás das casinhas geminadas. Foi aí que eu fiz a pergunta mais tonta pra pessoa mais culta que eu conheço:

– Mas lá é tão ruim o tempo, como eles tem jardins tão lindos assim?

– É exatamente pelo tempo ser tão ruim e eles tão dedicados que estes são os melhores jardineiros do mundo.

Ela FEZ seu próprio lago com suas próprias mãos de maiô e galochas gigantes. Eu observava da sala de tv, chocada. Quero ser assim quando eu crescer.

Bem, a oportunidade surgiu e eu imediatamente peguei minhas galochas dadas de aniversário pelo Ric (já comentei sobre essa aventura por aqui) e fomos ao CEASA.

Tirei as medidas da nossa futura cerca viva, li as melhores opções no super livro da tia Tela (aprendi alguma coisa com a tia Ana Paiva!) e lá fomos nós no feriado comprar murtas!

Compramos, quase desfalecemos no caminho até o carro. Tudo pra não gastar muito, não aceitamos a carona dos senhores que carregam as plantas de 4kg cada. E afinal precisamos nos exercitar. Compramos mais mudas das flores já existentes no jardim, a qual eu também pesquisei. Ótima para áreas de sol constante, cores vibrantes, proveniente do México (sem gripe). Sei todas essas infos, menos o nome dela!

Chegamos. Agora é só plantar. O da frase anterior foi uma ilusão que se dissipou na primeira tentativa de abrir uma vala para a primeira murta.

Super equipamento a postos e a ansiedade infantil de ver o nosso primeiro naco de jardim pronto nos fez continuar a revezar na enxada, picareta e pás.

Ferramentas

Enfim, nossas seis murtas e quinze mudas de flores estavam ali, bem organizadas, com seus cm’s de espaço entre elas bem dividos pelo perfeccionista do Ric jardineiro.

Não preciso nem comentar sobre nosso corpo no dia seguinte.

jardim prépreparo

Visita inesperada

ps: Todas as fotos foram tiradas pelo jardineiro mais fiel dos jardineiros (exceto a dele mesmo!).

Jardineiro Fiel



Pão
May 12, 2009, 10:24 pm
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Pão

Pão.

Tudo começa com pão.

Existem até livros complexos que apresentam a história e importância do pão nas civilizações. O fato é que pão pra mim é fundamental.

Como o alicerce de uma casa, o pão estrutura a minha vida.

Normalmente ele é visto como um carboidrato vilão desnecessário ao cotidiano, mas pra mim a vida tem mais aroma quando o tenho nas refeições.

Acredito ser o melhor exemplo das possibilidades infinitas do simples. Ele é composto basicamente por água, farinha, fermento e sal. Essa simples mistura é capaz de matar a fome e arrancar suspiros quando ainda no forno.

Foi minha estréia. Com um fogão emprestado (o casal que emprestou acredita que energia parada é ruim, então usá-lo é um fator positivo. Uma raridade na nossa comunidade, em que as pessoas preferem deixar suas coisas encaixotadas a emprestar a outro, afinal pode estragar!) e uma ansiedade alucinante para testar receitas a muito acumuladas no canto do nosso ex-atelier, eu fiz um pão.

PréPreparo Pão Pão e Pão Calabria

Não conseguia conter minha felicidade e orgulho por ter feito um pão. Melhor que um pão, um pão bonito, com aroma delicioso, fácil (é obvio que as características principais dele sairam exatamente o oposto descrito na receita que peguei nesse blog) e que foi dividido “irmamente” no primeiro lanchinho na nova casa.

Meu cunhado amou tanto que até sugeriu que recheasse o próximo com calabresa. Foi minha tarefa do dia seguinte. Posso dizer que a idéia (apesar de comum) foi maravilhosa.

Estou aliviada por saber que amo cozinhar em minha nova cozinha. Tinha perdido essa paixão por motivos bobos (como falta de espaço e a irritante tarefa de ter de reorganizar a cozinha toda vez que quisesse usar o forno, afinal, TODAS as minhas travessas ficavam “guardadas” dentro dele!).

Coisas novas como o incentivo do meu maridinho (estou me acostumando ao título), uma mesa de jantar, um fogão cheio de boas intenções, uma família descontraida, receitas e blogs inspiradores, um jardim, espaço, filmes (Mais Estranho que a Ficção), etc e tal.

Pão Calabresa



Confete de Brigadeiro
May 1, 2009, 6:26 pm
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brigadeiro-com-confete-colorido

Confete é coisa de carnaval.

Mas esse gênero de granulado (importado, como a maioria das coisas divertidas) parece aquele confete que, quando criança, espalhava pelos salões dos bailinhos de carnaval dos clubes de Porto Feliz.

Quando fui visitar o Bruninho (ele ainda era inho) em NY, eu parecia uma alucinada no supermercado comprando bobeiras para enfeitar cupcakes e afins (hoje a Dani me entende, ela também traz na bagagem granulados divertidos!).

Foi niver da Bee. Como não consigo chegar na casa do papito sem um doce pra ele recusar (ele sempre diz que tá no regime, mas sai especialmente para provar minhas “iguarias”) e estava prestes a mudar, resolvi fazer um dos meus doces favoritos e mais fáceis do mundo, brigadeiros.

Estou tão acostumada ao brigadeiro smoothy do Ric que achei o meu um horror, mas amei a cara de brigadeiro de carnaval.

Vou passar a minha receita de brigadeiro porque o Ric não conta o segredo do aerado que fica quando é ele que faz.

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

2 colheres de sopa de achocolatado

1 colher de chá de manteiga

Preparo:

Em uma panela antiaderente, colocar todos os ingredientes.

Em fogo baixo, mexer sem parar até atingir o ponto desejado.

Para brigadeiro de colher ou de copinho, sempre parar um pouco antes de ficar consistente. Fica mais fácil de colocar no copinho e sempre endurece um pouco depois de frio.

Para enrolar, quando passar a colher no fundo da panela e ele demorar pra voltar, já ta bom.

brigadeiro-de-copinho



La Vie en Rose
May 1, 2009, 5:40 pm
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por-do-sol

Este é meu novo por-do-sol.

É meu novo horizonte de todas as tardes, do meu novo atelier, da minha nova vida.

Este novo espaço tem feito grandes mudanças em mim. Não podia imaginar que alguns metros quadrados a mais, um lindo jardim emprestado e a família de acordo poderiam fazer tudo isso.

Não me enerva mais ver coisas fora do lugar. Ainda quero arrumar tudo, mas o fato delas não estarem bem colocadas não significa que vou tropeçar nas mesmas.

Ter um jardim não tem preço. Ter uma vista também está no meu TOP 10 de favoritos. Ter os dois com um entardecer encantador realmente me faz dar mais valor a vida.

A paz que estou alcançando nessa nova casa é indescritível e meu único medo é que tudo seja um sonho temporário. Não quero acordar, não quero voltar a não querer ir pra casa.

Espero aqui ter mais paciência com minha cabeça sempre tão cheia e com o tempo sempre tão curto.

Espero voltar a cozinhar cookies e a desejar um futuro.

As coisas acontecem por um razão, que normalmente já está predeterminada. Edith Piaf nasceu para amar.

Je veux commencer ma vie.