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Sopa fria de Tomate e Pepino
February 6, 2016, 2:55 am
Filed under: Salgado

sopa fria de tomate e pepino

Eu as vezes tenho vontade de fotografar sensações. Ah se isso fosse possível teria uma coleção, pra não esquecer como é a cara da coragem ou o sorriso do aconchego.

Tem dias que tudo flui, tudo dá. Nesses dias o erro e o medo do erro não vem nos visitar.

Não significa que não aconteça percalços, só significa que eles não atrapalham tanto a caminhada. Nesses dias conseguimos pular as pedras no caminho. Nesses dias cabe o que o Bento repete em quase todas as suas quedas, enquanto se levanta de um tombo causado pelos seus rodopios na sala “mãe, Bento caiu, machucou, mas já passou.”.

E são nesses dias que fazer uma sopa fria de pepinos e tomates, por mais inusitado que seja no nosso repertório de refeições, parece normal, parece provável.

Ter a coragem de tentar, a coragem de errar, a coragem de se levantar depois de tombar, ter a coragem de achar aconchegou em lugares que não antes fomos procurar.

Foi assim com essa sopa. Me lembrei de várias receitas lidas e nem sempre feitas. Juntei coisas pelo caminho e achei o que procurava, o que precisava, sem sofrer por não saber se aquilo tudo ia resultar.

Inspirada pelas muitas receitas de sopas (frias e quentes) da Fer , como essa por exemplo.

Sopa de tomate e pepino:

Ingredientes:

2 pepinos
1 lata de tomate pelado
1 filé de anchova
sal
pimenta do reino
1 col. (sopa) açúcar demerara

Preparo:

Bater todos os ingrediente nos liquidificador ou no mixer. Gelar para servir.



Mousse de Chocolate Miraculosa
January 25, 2016, 4:08 pm
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Screen Shot 2015-11-25 at 10.58.40 AM

E por mais que deseje o novo, eu sempre retorno pro conhecido.

Dizem que as andorinhas são assim. Exploram, voam pra longe, mas sempre sempre voltam pra casa. Símbolo de Lisboa, de onde eu vim, elas dizem muito sobre mim.

Então ao encontrar essa receita acabei por também encontrar um resumo de mim mesma.

Completamente paradoxal, ela é feita de chocolate e água, e apenas isso. Na teoria chocolate detesta água, mas aqui não, eles formam o casal perfeito e se transformam nessa mousse de textura inacreditável.

Eu que quero ir e estar, sempre ao mesmo tempo, vejo aqui que se eu encontrar a maneira certa de misturar esses meus desejos ainda hei de conseguir um resultado tão incrível quanto o desse doce de infância.

A receita achei no Food52  e é do Hervé This, ela está compilada no livro Genius Recipes, que é de fato genial.

Para 4 porções:

Ingredientes:

  • 3/4 de xícara (170g) de água
  • 227g de chocolate amargo (70%)
  • chantilly para servir (opcional)

Preparo:

Em uma panela coloque a água, leve ao fogo médio-baixo e adicione o chocolate e misture até derreter e obter um creme homogêneo.

Coloque a panela sobre uma tigela com cubos de gelo para resfriar (se preferir pode transferir o conteúdo da panela para uma tigela que estará sobre outra tigela que contenha o gelo, isso fará com que esfrie mais rápido) e bata com um batedor de arame ou uma batedeira de mão usando o aro. Ao bater o creme, irá incorporar o ar o que fará com que fique mais grosso e aerado ao mesmo tempo.

Quando dentro do aro se formar aglomerados de chocolate, despeje o conteúdo em 4 potinhos e deixe firmar.

obs: Três situações podem ocorrer ao se produzir essa mousse. Aqui seguem as situações e a maneira de corrigi-las:

  • Se o chocolate não contém gordura o suficiente, derreta a mistura novamente e adicione mais chocolate e repita as instruções.
  • Se a mousse não ficar leve o suficiente, derreta novamente o conteúdo e adicione mais água repetindo as instruções.
  • Se você bateu demais e por isso a mousse ficou granulada, isso significa que a espuma se transformou em uma emulsão. Nesse caso derreta novamente a mistura e siga as instruções novamente, sem necessidade de adicionar nenhum ingrediente.

 



Cookies com gotas de chocolate
January 23, 2016, 3:25 pm
Filed under: Doce | Tags: , , ,

Cookies veganos com gotas de chocolate

E quando nos tiram do que já estamos acostumados, vem o chiado, choramingo, esbravejo. Na minha opinião é puro medo, medo do que não sabemos, medo de errar, medo de sentir falta, medo de não caminhar com a mesma firmeza que temos dentro do território conhecido do mesmo.

Mas passada a fase de alarde, se aceitamos o caminho que se apresenta, vem a curiosidade, o desafio, o interesse pelo novo de novo.

Eu sem leite e derivados na vida, quem diria. Foi por amor que eu fiz e passado todo o desespero de “o que eu vou comer de café da manhã? Cade a minha média clara morna com pão e manteiga?”, consegui achar interessantíssimo o caminho do novo.

Boas surpresas sempre aparecem. Os melhores cookies que já fiz são (por acaso) veganos. Nem manteiga, nem leite, nem ovos. Crocantes, macios, recheados, delirantes.

Fica aqui esse milagre e um agradecimento aos ousados que tentam e conseguem. Me encheu de reconforto e de esperança.

Achei no Food52 essa receita incrível. Adaptei quase nada.

Rendimento: 18 unidades

Ingredientes:

250g (2 xícaras) de farinha de trigo

1 col. (chá) fermento químico

3/4 de col. (chá) de bicarbonato de sodio

1/2 col. (chá) de sal

1 e 1/4 xícara de gotas de chocolate amargo (usei o 55%- 70%)

100g (1/2 xícara) de açúcar

110g (1/2 xícara) de açúcar demerara

1/2 xícara + 1 col. (sopa) de óleo de canola

1/4 xícara + 1 col. (sopa ) de água

Preparo:

Misturar em uma tigela a farinha, o fermento, o bicarbonato de sódio e o sal. Adicione as gotas de chocolate e misture bem.

Em outra tigela misture os dois tipos de açúcar com o óleo e a água até incorporar.

adicione a mistura de farinha na mistura de açúcar até apenas incorporar com uma colher de pau ou espátula. Não misture demais a massa.

cubra com plástico e deixe descansar na geladeira por 12 a 24 horas. (NÃO PULE ESSA ETAPA! Ela é fundamental para o bom resultado. Vale a pena esperar!).

Pré aqueça o forno a 180C . Usando um boleador de sorvete faça bolinhas com a massa e distribua sobre uma forma forrada com papel manteiga. Recomenda-se congelar por 10 minutos as bolas de massa antes de levar ao forno para garantir que os cookies mantenha a forma ao assarem.

Assar por 12 a 13 minutos ou até as bordas dos cookies ficarem douradas. Cuidado para não assar demais!

Sirva os cookies depois de esfriarem. (Aqui eu gosto mesmo é de come-los morno! Mas é de cada um..)

 



Pão – na panela
January 1, 2016, 3:49 am
Filed under: Salgado

Screen Shot 2015-12-04 at 11.21.24 AM

Eu tenho essa impressão, ilusão, de que se agir na situação ela logo se resolve e já posso riscar da lista de pendências da vida.

Como posso ser assim tão tola, nem eu consigo entender.

Acho que normalmente fazer pouco seria o ideal. Esperar, dar tempo ao tempo, ter fé mesmo. Quisera eu ter essa tranquilidade.

Mas costumo arrogar pra mim o problema alheio, com a melhor das intenções sempre, costumo achar que sei a resposta, que sei o que falta, que basta fazer assim ou assado e pronto.

Aí veio a descoberta desse pão, que é mais que um exemplo a ser seguido, ele é a prova de que o tempo, e o tempo sozinho, é a melhor e mais acertada ação.

….

Basta misturar os ingredientes e esperar. Amassa uma vez. Aquece a panela (que é o segredo da casca mais linda). Assa com tampa, assa mais um pouco sem a tampa e pronto, nasce um pão magnífico.

A receita do já famoso (sou meio lenta nessas coisas de famosos!) No Knead Bread que usei foi a do Serious Eat.

Dica de um amigo, tanto a receita quando o milagre de assar o pão em uma panela pra se obter essa casca e cara incrível.

Ingredientes:

  • 300 g de farinha de trigo
  • 4.5 g de sal
  • 3 g de fermento ativo seco
  • 210 g de água

Preparo:

Misturar a farinha de trigo, o sal e o fermento. Adicionar a água e misturar bem.

Cobrir com plástico filme e deixar descansar em temperatura ambiente por 12h a 24h.

Leve ele pra geladeira por 3 a 5 dias.

Coloque a massa em uma bancada enfarinhada e molde em formato de pão. Cubra com um pano enfarinhado e deixe crescer de 2h a 4h.

Enquanto isso coloque a grade do forno no centro e pré-aqueça o forno com a panela (de ferro ou de aço inox de fundo triplo) dentro a 230ºC.

Quando a massa já estiver crescida, faça dois a três cortes no topo com uma faca ou lâmina. Retire a panela do forno e rapidamente coloque o pão moldado dentro da panela (cuidado pra não se queimar!). Tampe a panela e volte para o forno. Asse por cerca de 15 minutos.

Retire a tampa e asse por mais cerca de 35 minutos (até que o interior do pão esteja a 100ºC).

Retire do forno e de dentro da panela. Deixe descansar em uma grade por pelo menos 15 minutos antes de cortar o pão.

..

Eu muitas vezes acrescento um tempero na massa junto do passo de misturar a farinha etc. Como orégano ou cominho em pó. Costuma fazer sucesso.

 

 

 



Esfihas
July 3, 2015, 12:40 pm
Filed under: Salgado

Esfiha de ricotaTem fases que eu tenho preguiça de gente, de sair na rua, de esperar na fila, de escolher o pedido, de ter que me vestir, preguiça de ser, de estar de ter que tentar. Aí eu faço. Faço em casa, faço sozinha. Eu cozinho, tricoto, costuro, arrumo, leio, aprendo e descubro. Erro e acerto no escuro.

Tem tempos que nem penso em tentar nada de novo, faço o mesmo bolo. Não sujar a bancada, cortar papelada e nem arrumar tudo depois. Tem dias que quero ver o novo, o lado de lá, que quero acreditar que tem sim coisa por aí. Então eu vou, eu tento, experimento, espero e escolho, só quero ser do outro e nada mais.

E dizem que a preguiça é pecado, mas eu acho que se bem usado rende um bocado.

Essa é a receita original, tem até video.

Eu dividi a receita por ser minha primeira vez e por não querer terminar com 50 esfihas na bancada.

Ingredientes:

140ml de leite morno *

5g de fermento biológico instantâneo **

8g de açúcar

250g de farinha de trigo

2.5g de sal

17g de azeite

Preparo:

Misture o leite morno ao fermento e açúcar e deixe descansar por 10 minutos pra que o ative.

Em uma batedeira planetário, usando o gancho, adicione na mistura de leite o sal, o azeite e a farinha de trigo. Bata até que a mistura esteja elástica e desprendendo do bowl.

Formar uma bola com a massa, e deixar descansar por uma hora em local sem vendo e morno.

Depois da massa já ter dobrado de volume, em uma bancada enfarinhada cortar a massa em partes iguais (essa porção da receita me rendeu 10 esfihas) e deixar descansar por mais 10 minutos.

Abrir cada pedaço de massa em discos, rechear à gosto e fechar usando um pouco de água nas bordas pra ajudar a grudar.

Assar em forno alto até que estejam levemente douradas.

A massa ficou maravilhosa, crocante e tudo nas bordas. Não sei se é certo uma esfiha ser crocante, mas ficou divino!

A receita original ele faz tudo na mão, mas eu resolvi usar a batedeira pra deixar as coisas mais sob controle, considerando que tenho sempre que estar com as mão minimamente limpas pra salvar o menino de alguma travessura.

*eu usei mais leite, cerca de 180ml-200ml por estar fazendo na batedeira e não sovando na mão. Na aula de panificação sempre diziam que farinha ama líquidos e quanto mais tem mais macio fica..

** Eu usei o fermento biológico instantâneo ao invés do fresco, por ser o que eu tinha em casa. Usei 7g simplesmente pelo meu fermento estar no limite da validade e não querer correr o risco da esfiha não dar certo por conta de fermento velho… Aliás, sobre fermentos, pra entende-los e saber como converter eu vou aqui.



Brigadeiro
April 30, 2014, 11:31 pm
Filed under: Doce

brigadeiro de colher

E quando tudo parece perdido, você vai para o conhecido, o certo, o seguro. Você procura a sensação de lar pra te aconchegar.

Quando eu já não sei mais distinguir o que é realidade e o que é loucura eu volto pro mesmo lugar. Eu volto pra Fe.

Ela senta do meu lado e presta tanta atenção em mim que eu até fico meio desconcertada. Fico assim por simplesmente quase sempre achar que não existem mais pessoas que prestem atenção de verdade.

Ela ouve, mas não só as palavras, também ouve o que diz a alma, lê o que os olhos contam e entende o que eu mesma nem sei dizer, ela te absorve.

Aí ela responde.

Ela acha que é um defeito, mas eu discordo completamente. Sinceridade é sua virtude. Em um mundo de falsidade, a verdade é um bálsamo.

Não sei dizer como mas ela pega todo aquele caos e coloca em ordem, mostra o caminho e até mostra que tudo faz sentido, que o errado na verdade é certo e por fim você acredita, acredita que a loucura é só imaginária e que sim, é preciso o ajuste, mas não tem problema, pois ela está lá e sempre estará.

E lar se encontra nos mais diversos lugares.

Brigadeiro tem gosto de dia feliz. Gosto de aniversário, de festa, de férias, gosto de família, de casa, de bagunça e de risada.

Essa nova moda de brigadeiro de colher pra mim é tradição.

Lá em casa a mamãe não tinha paciência de enrolar brigadeiro não, então sempre foi de colher. Ela nos chamava pela janela quando estávamos brincando no térreo durante as férias de verão. Era só subir que ela dizia, tem surpresa na geladeira. E lá estava o prato oval de vidro cor de caramelo, e nós usávamos as colheres com cabo de plástico cor de laranja, nem precisava tirar da geladeira, a colherada era roubada ali mesmo, agachados na frente da porta aberta, com muitos sons de hummm e um grito ao fundo “não pode pegar mais com colher usada!!!!”

Essa receita é da Carla Pernambuco, mas eu comi foi na casa da Raquel, que é a master da família em brigadeiros! Eu adaptei, pra variar..

Ingredientes:

50g de chocolate meio amargo picado

1 lata de leite condensado

1 naco de manteiga

2 col. (sopa) de cacau em pó

1 col. (sopa) de mel

Preparo:

Misturar tudo em uma panela e, em fogo médio, mexer constantemente até engrossar o suficiente para que ao arrastar a colher dê pra ver o fundo da panela.

 

 



Salada de Batata-Doce, quem diria.
April 23, 2014, 7:50 pm
Filed under: Salgado

batata doce

 

Papai me disse, quando estava grávida de (o que parecia ser) uns 15 meses: A única regra pra se criar um filho é dar amor.

Manha. Um tema que tinha pensado pouco até agora.

Descobri que todos acham que tudo que um bebê faz que não se encaixe em nenhuma categoria básica (fome/sono) é manha. E manha não é algo que se deva tolerar. Então se deve deixar chorar, ou ignorar, ou negar até que o filho pare de fazer manha.

Eu, no entanto, já penso que na verdade aquele ser está sofrendo grandes e radicais mudanças físicas e intelectuais a cada segundo e que, no mínimo, isso é cansativo e dolorido. Por isso, pra mim manha faz todo o sentido e eu não deixo pra lá não, eu acolho.

Pra explicar pro marido o que eu queria dizer, dei um exemplo de uma situação em um adulto: Você está com um dorzita de cabeça, assim daquela que não mata, mas também não te deixa em paz. Aí vai pegar uma caneta no escritório e não acha, já fica louco da vida (apesar de ter outras opções de caneta lá, você queria AQUELA, e só Deus sabe o motivo), sai pra procurar na sala a tal caneta já emburrado e passa pela tv que mostra os melhores lances dos jogos de ontem. Nesse momento tudo passa. A dor é esquecida (mas continua lá!), a caneta então, nem se fala, pode até usar batom pra escrever no papel que tá ótimo. Pronto, a dor fez ficar manhoso e por isso ficou irritado com a história da caneta, mas algo o distraiu da dor por um tempo e logo a irritação principal se vai. Manha.

Já se fosse um bebê, e ele não tivesse feito cocô ainda no dia e estivesse brincando no chão e, ao não alcançar um brinquedo especifico, abrisse o berreiro, ahhhh não pode facilitar a vida dele não. Isso é manha.

Bem, é claro que é manha, ele tá incomodado e o limite dele é bem curto. E se nós não conseguimos dizer “ai, estou irritado mas não é com a caneta, é com a dor”, imagine só a criança… E dê graças a Deus que ela consegue se distrair facilmente com outro brinquedo ou com uma voltinha na rua, pois isso significa que é apenas um incomodo e não dor das sérias.

Eu passei por bastante dor e tenho que dizer, eu desejava loucamente que alguém (no caso o próprio marido) me distraísse. Que me contasse uma história, que me desse um tricot na mão. Pra tentar fazer com que ela fosse secundária e não o foco do momento. E definitivamente a última coisa que eu desejaria seria ser deixada com o meu desconforto, sozinha, pra que eu parasse de fazer manha.

Por isso eu acho que se todos tratássemos a manha dos outros (adultos e crianças) com mais amor e carinho, a dor de cada um seria amenizada e teríamos mais sorrisos e menos lágrimas.

….

Tenho que frisar que pra mim, manha é diferente de birra.

Birra pra mim é como, por exemplo, o cachorro que sabe perfeitamente onde deve fazer o seu xixi, na área de serviço, mas por não estar recebendo a devida atenção, vai lá e faz no meio da sala.

Birra se trata de outra maneira, mas não sei como, pois não chegamos lá ainda…

Percebi que as palavras são perigosas.

Eu digo “A” pensando que todos vão ler “A”. Mas descobri que um lê “a”, outo lê “ã”, um terceiro lê “à” e ainda tem o que lê “Z”.

Por isso tenho estado temerosa de escrever meus pensamentos. Pois em palavras, eles se tornam ferramentas que podem ser usadas das mais diversas maneiras.

Espero que todos percebam que eu não entendo nada de nada e que aqui são meus pensamentos e que essa é minha maneira de ver e fazer. Não pretendo ofender ninguém que faça diferente e não tenho o desejo de mudar ninguém.

Esse é o jeito que eu faço, que eu vivo, que eu sinto. Mas até eu posso mudar.

……….

A receita é essa, sa Fer que sempre sabe o que está fazendo, mesmo dizendo o contrário.

Batata-doce, limão, pimenta (usei a tabasco), sal e azeite. Como tudo isso tão simples poderia ficar tão complexo e perfeito? Só Deus sabe..




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