
Estou devendo um pra Irene, ela ficou com vontade quando viu um do Jamie Oliver na TV. Nunca tinha feito hamburguer em casa.
Voltamos mortos de fome hoje. Tinha comprado carne moída e batatas para um almoço cozy e tal. Mas virou jantar.
Aqui se vende batatas de um jeito diferente. Elas já vem em saquinhos e não se sabe qual é o tipo de batata, só está escrito na frente se é boa pra cozinhar \ purê ou pra assar ou fritar. Só vende de 3 Kg. Muito Kg pra duas pessoas, mas…
Cheguei e logo coloquei as batatas pra cozinhar, pensando em fazer um purê e um tipo de chilli de carne moída. Até que me lembrei, não tenho descascador de batatas! Já tinha improvisado a falta do descascador e do ralador com a cenoura, deu tudo certo. Mas com as batatas, achei melhor improvisar outro prato.
Foi com inspiração nessa countrygirl e lembrando do preparo do steak tartar do restaurante La Casserole em São Paulo (fomos nas vésperas de viajarmos, a convite da Tia Nica, um jantar muito maravilhoso mesmo) que saiu um hamburguer.
As batatas eu detestei, achei super farinhentas, mas o Ric amou. O hamburguer, tenho que confessar, eu amei. Meio picante México, estou super nessa fase México.
Receitinhas
Hamburguer (rende 10 minis)
300g de acém de vitela moída (compramos a que tinha já moída, da outra vez foi novilho!)
1 colh. de chá de mostarda (tipo Dijon ou boa assim)
1 colh. de café de pimenta piri-piri (usei a líquida, nem sei se tem de outras formas, mas só pra constar)
sal
pimenta do reino preta moída
10 fatias de salame picante picadinho (usei o que tinha, super opcional)
3 fatias de pão amanhecido umidecido no leite
Batatas:
6 batatas médias \ pequenas
1 fatia de queijo cheddar
Preparo:
Hamburguer:
Em um bowl, misturar todos os ingredientes, sendo que o pão deve ter o excesso de leite e escorrido, e ser esfarelado com os dedos. Deve ficar com uma consistência que permita moldar.
Fazer 10 bolinhas de tamanho similar. Enrolar na mão, achatar levemente e arrumar as laterais, para não se desfazer quando for pra chapa.
Em uma chapa \ frigideira anti-aderente bem quente (eu usei a frigideira grande e não usei nada de óleo), colocar de 3 em 3 (uma das vezes serão 4!!) os mini hamburgueres (é bom colocar assim de pouquinho, pra que a temperatura da frigideira não baixe muito e assim sele a carne, o que significa manter o líquido na carne e ela ficar mais suculenta!), virar assim que o primeiro lado dourar levemente para um hamburguer mal passado. Repita o processo até acabarem os hamburgueres.
Batatas:
Em uma panela com água, cozinhar as batatas até que, ao espetar um garfo e levantar, o peso da batata faça com que ela escorra do garfo.
Cortar ao meio ou em três e cobrir com um pedacinho de queijo cheddar, ele vai derreter gradualmente com a temperatura da batata.
Servir e ser feliz!


Bolachinha é algo que agrada a gregos e troianos.
Incrível. Só não agrada a mim.
Bolachinhas de nata são fáceis e saborosas.
Fiz com medidas erradas, como sempre. Mas deu certo.
Fiz com diferentes pontos de cocção. A Lena gosta mais dourada, o Ric fica com a queimada (ele gosta mesmo, não precisa ter pena!), o tio Carlo com as mais alvas, e assim por diante.
Vovó Eneide me ligou na quarta cedo, às vésperas da mudança, pra pedir a tal receita. Cômica!

Bicoito de Nata:
(da apostila de panificação do SENAC)
Ingredientes:
100g de Nata (eu encontrei no Supermercado Santa Luzia e no Shopping Bourbon, no supermercado Zaffari da marca Piá que é do Sul)
90g de Açúcar
8g de manteiga
30g de ovo (gema+clara)
225g de amido de milho (maizena)
Preparo:
Misturar na batedeira a nata, o açúcar e a manteiga (usei a raquete para misturar). Acrescentar o ovo e misturar bem.
Adicionar o amido aos poucos, até ficar uma massa homogênea.
Fazer pelotinhos e dispor em uma assadeira untada. Levar ao forno pré-aquecido a 150graus C até assar.
Servir com café, chá ou dar de lembrança pra alguém querido.


No colégio Mater Dei tinha um pé de amora gigante perto da sala dos professores e diretores. Era maravilhoso quando o chão cinza daquele pátio ficava tingido por essas pequenas bolinhas coloridas. Foi por manchar o chão que ele CORTARAM a árvore. Quase morri de desgosto. É mesmo o fim, mas…
Foi no Porto Seguro, que eu achei a Sara. Ela tinha a benção te ter um pé de amora em frente de casa. Melhor que ter o pé, ele era baixinho e tinha um banco e mureta exatamente sob a copa da árvore. Toda manhã ela subia no banco e se deliciava com as refrescantes frutas preto-azuladas. A minha benção é que a Sara me trazia de presente amoras para o recreio (parece que eu tinha 10 anos, mas foi no colegial mesmo!).
O pé de amora do Rosmarino, que eu já transformei em meu, não se desenvolve pela falta de luz intensa e tal, mas consegui colher duas amoras ano passado. Esse ano não deu.
Foi a minha felicidade quando descobri quatro pés de amora aqui pelas redondezas da minha casa. Tem em frente da quadra da escola (as crianças são crianças nessa escola pública, então elas sobem mesmo no pé, mancham o uniforme, e se esbaldam com as frutas frescas), tem um nas esquina do TAXI, meu favorito, o pé é baixinho, eu alcanço! Tem no caminho da nossa padoca favorita e tem em frente da Blockbuster, que também é muito atacada pelas pessoas desinibidas do bairro.
Tem também na ladeira a caminho do metrô Vila Madalena, na praça, no bosque…
A Tia Tela, vendo essa minha tara por amoras, me trouxe de surpresa um potinho de amoras perfeitas da fazenda. Suspiros de amor.
Hoje colhi amoras, colhi no caminho de volta pra casa. No meu pé favorito. É uma sensação de interação com a natureza incrível. Nós, ali embaixo de uma árvore, colhendo e comendo os frutos de um ciclo inteiro. Nós, ali, à mercê da natureza. Nós também fazemos parte do ciclo dela. Acho que comprar frutas no mercado tira essa conciência. A fruta não sai de uma máquina. Ela vem de uma planta, que florece e nos oferece frutas de presente. Frutas tão ricas que até tingem o chão.

Tem gente que não tem preguiça, tem gente que supera nossas expectativas, tem gente que nos surpreende. Delícia.
Pedi pra uma amiga do Rosmarino uma receita de cuca, ela me trouxe um livro dela. Vê se pode!
Não é a cuca do sul, que é um bolo fofo com uma compota e a farofinha doce por cima. Esse é mais denso, a mesma farinha de cima é a base desse bolo, mas mais prensado, é claro!
Livro em alemão, com cheiro de guardados antigos, tradução anotada em um papelzinho de rascunho, durtante almoço correria. Experiências simples e marcantes.
Fiz para o final de semana com almoço para amigos e amigos dos pais do Ric.
Arrumei uma ajudante super, irmãzinha topa tudo. Bianca cortou banana, quebrou ovo, misturou farofa doce, montou o bolo.
Ficou bem bolo alemão. Amei.


Krümelkuchen:
200g de manteiga amolecida
200g de açúcar
500g de farinha de trigo
1 ovo
Raspas de limão (usei de limão siciliano. Segundo a Bi, é o que agente desenha. Pura verdade, ningém desenha limão Thaiti!!!)
1 colher de chá de fermento químico
Canela em pó
doce de banana para recheio
Preparo:
Pré-aquecer o forno a 180 graus Celcius.
Bater a manteiga com o açúcar até que fique bem cremoso. Acrescentar o ovo e as raspas de limão. Bater até ficar homogêneo.
Com as pontas dos dedos, acrescentar a farinha e o fermento. Não amasse muito, tem que ficar tipo farofa mesmo.
Em uma forma redonda de 24cm, untada só com manteiga, forrar com 2/3 da farofa, amassar com os dedos, para aglomerar.
Cobrir com o doce de banana.
Acrescentar no 1/3 restante de farofa canela a gosto.
Espalhar por cima do doce de banana, sem apertar.
Levar ao forno por cerca de 25 minutos, ou até dourar.
Servir com sorvete, morno ou frio.


Amo papel de presente.
Infelizmente, aqui só encontramos em geral os horrorosos.
Se quiser alguma coisa com arte, no estilo Papelera Palermo (ai que saudades!!!) que desenvolve e imprime manualmente todas as folhas para tal fim, por aqui tem a Papel Craft, mas já tem um ar meio industrializado, ou uma na Rua Natingui, aqui na Vila Madá, o Atelier Luiz Fernando Machado, que é uma mistura entre Papel Craft e tentativa receosa de Papelera Palermo.
Esses que eu amo são bem mais baratos que os citados acima. São vendidos em rolo mesmo, nas lojas Americanas! Tem cara de industrial importado, um papel meio tecido, meio plastificado, mas com cores fortes e desenhos mimosos.
Vou dar aquela caixinha que eu fiz de presente par a minha amada fono, e resolvi usar um desses papéis.
O embrulho ficou meio desengonçado, mas o que eu gostei mesmo foi da flor de papel que eu fiz com o retalho que tinha sobrado!
Simples: segurando com do dedos o centro do retalho, é só ir amassando pra trás as bordas da folha. Grampeei o centro e, com uma fita dupla-face, colei no cantinho do embrulho!

Foi pra tentar acalmar minha ansiedade que comprei a caixa com mil folhas para dobrar mil tsurus.
Próximo ao casamento. Regime. Muita gente palpitando na minha vida. Só mil tsurus pra me distrair da realidade.
A querida Mônica Rezende, ao preparar as flores do casamento na casa da Tia Nica, achou (não sei como) os meus tsurus, e usou de enfeite na porta de entrada – amei.
Durante os cumprimentos, o Ricardo Levy (eu nunca tinha o visto na frente, por tanto só fiquei sabendo que ele era ele alguns dias depois), me deu um beijo e ficou maravilhado com os passarinhos. “Quem fez?” “Fui eu” “Nossa, como você aprendeu?”"Uma longa história, depois te conto”. Isso com mais mil pessoas na fila dos cumprimentos, esperando para aproveitar a festa.
Realmente não é uma história curta, muito menos para a hora da fila dos cumprimentos aos noivos.
A última vez que eu tinha feito parte das pessoas que esperam os cumprimentos foi na missa de 7º dia da mamãe. Foi bem diferente. Sete anos depois, eu estava aguardando as mensagens de felicidade, ao invés das de compaixão.
Foi em uma das férias de Julho que eu aprendi a dobrar tsurus. Foi em uma das férias de Julho das que passei com a mamãe no hospital, fazendo companhia, distraindo a nós duas com as artes que a salinha do corredor pouco nos proporcionava. Sala do convivio é o nome. Meio morta a tal sala, já que médico que é médico quase que tem medo de artes como forma de auxílio a melhora do paciente, afinal ele estudou pra aplicar injeções, e não pra incentivar dobraduras. Burros ou inseguros, não sei.
Uma das pacientes, de origem oriental, montou um cartaz, com o passo-a-passo da famosa dobradura.
Segundo reza a lenda, uma menina de Hiroshima, com câncer terminal, quase chegou nos mil Tsurus, pássaro da felicidade, mas faleceu antes. Por isso, quem completa mil tem um milagre a esperar.
Fiz a caixinha quase inteira, com as cores mais lindas que eu já vi. Meu casamento foi todo branco e lilás. Óbvio que o lilás era a última cor da caixa de folhas pra dobradura. Fiz até o lilas. Parei no meio dele. Não realizei os mil. Pra mim, o milagre já estava se concretizando. Estava feliz, me casando.
Foi agora, nas vésperas do primeiro aniversário de casamento, que peguei as últimas folhas do pacote. Não terminei ainda. Não é por falta de tempo, não é por nenhum motivo racional. Simplesmente ainda não é a hora. Vai chegar o momento. Tem que ouvir lá dentro.


Amo esse prato super americanóide.
Nada mais delicioso que pasta, molho branco e muito queijo. Nada mais reconfortante para um resfriado a dois.
Foi nosso almoço de recuperação. Afinal, casal que é casal fica doente junto, engorda junto, corre junto…

Fazia tempo que eu não me inspirava pra preparar um pão.
Foi sem querer que eu descobri que a Lu Bordini tem um blog.
Recebi um e-mail do facebook dizendo que eu não entrava a muito na minha página e que eu tinha mil novas msgs não lidas. Óbvio que ele mentiu pra mim, não tinha nenhuma msg. Olha que loucura, recebendo cobrança de um portal! Fiquei meio abobada com a loucura toda que é esse mundo virtual, mas… Voltando ao foco, foi assim que descobri que a Lu tem esse blog. Nele, ela apresenta alguns dos pães que ela prepara e que aprendeu durante sua estadia em Bs.As. (que saudades!).
Resolvi preparar metade da receita do tal do Bertinet, que já tinha ouvido como o Deus dos Pães! Agora também quero esse livro.
Pra aproveitar as ervinhas da horta orgânica do meu jardim, resolvi acrescentar o tomilho.
Enquanto arrancava as folhinhas dos galhos (quando já está mais velho, o caule fica marrom e é só passar os dedos firme pelo caule no sentido contrário ao nascimento das folhas que todas elas se despreendem com facilidade. Se for novinho, é só picar tudo), me lembrei do meu primeiro contato com essa aromática plantinha.
Foi no nosso primeiro módulo de cozinha prática, o Valinhos tuchou um ramo no meu nariz e disse: “O que te lembra?” eu, com minha memória olfativa óooooooootema, “Não me lembra nada!”, ele ficou puto e respondeu “Pizza!!!!!!”, hmmmmmmmmm eu pensei, “tá vou tentar gravar!”

Assim que o Ric provou o pão, sem eu nunca ter mencionado a história acima contada, disse: “Nossa, não sei o que é, mas me lembra Pizza esse seu pão”. Eu ri.
Ficou com a casca bem grossa (fato que me desagrada mas agrada a muitos, lembra um pão italiano não tão duro) e com o miolinho fofo e muuuito aromático. Delícia ele morninho com uma lasca de manteiga Aviação por cima.

Pão com Tomilho
(adaptado daqui!)
Ingredientes:
255g de farinha para pão
5g de fermento fresco
1 colher de chá de sal
170g de água morninha
1 punhado de tomilho fresco
Preparo:
Esfarele com as mãos o fermento na farinha.
Acrescente a água e o sal, batendo (com o gancho) na batedeira na velocidade 1 até misturar. Bata na velocidade 2 por cerca de 7 minutos. Acrescente o tomilho (somente as folhinhas) e bata por mais 30 segundos.
Em uma bancada enfarinhada, faça uma bola com a massa e coloque para descansar dentro de um bowl coberto com um pano úmido por 1h em local morno e fechado.
Abra a massa com os dedos delicadamente. Faça um retangulo e dobre as laterais até o centro. Corte a massa em dois (cerca de 225g cada pedaço). Faça duas bolas juntando as pontas até o centro. Deixe descansar por 5 minutos.
Abra com a ponta dos dedos um retângulo e dobre, formando um “rocambole”. Repita com a outra bola o mesmo processo.
Coloque em uma forma enfarinhada a massa com as dobras para baixo. Deixe crescer por cerca de 1h em local morno e fechado.
Em forno pré-aquecido a 250 graus Celcius, asse por cerca de 40 minutos.




Nunca encontrei um marcador de livros que realmente gostasse.
Finalmente voltei a ler. Devorei um livro em algumas horas da semana passada. Já comecei outro.
Foi tomando café na padoca que eu vi, do lado do caixa, os marcadores de livro de anúncio. Pensei então em “embalá-los” com tecidos bonitos.
Como tinha revirado minhas sacolas de tecidos a poucos dias, estava com todas as estampas dançando na minha memória.
Cheguei em casa, peguei o papel, cortei o tecido (seguindo a mesma idéia das caixinhas de papel), colei, deixei secar, colei, deixei secar, deixei descansar por algumas horas sob uns livros pra ficar retinho e tcharam, meu lindo marcador de livros!

Meu não, da Lena. Fiz com a estampa que usei pra fazer a mantinha de TV dela, tinha que ser dela, mais ávida leitora dos últimos tempos na família.
Já fiz um de Chita e agora quero fazer um de mais mil…
Quero ler mais livros, quero dar mais marcadores, marcadores de páginas, de passagens, de carinho.


Recebemos um número incrível de pessoas nesse domingo. 18!
Para nossa estrutura e casinha, foi um belo feito.
Para comemorar o Dia dos Pais e o aniversário da Lena convidamos para um lanchinho com quiche, patês e pães variados.
A melhor solução pra receber muita gente, na minha opinião, pra quando se tem poucos lugares pra sentar, é sempre fazer comidinhas fáceis. Algo que fique entre aperitivo e jantar, que mate a fome sem ser com entrada/principal/sobremesa.
Como a maioria já tinha almoçado bem (em comemoração ao dia-dos-pais), resolvi fazer bem simples mesmo. Uma quiche de queijo gruyere (feita pela chef do Rosma, Lena Lopes, simplesmente maravilhosa essa quiche!), pães e torradinhas (escolhi mais os do tipo sueco, bem fininhos e bons pra passar o patê) de gergelim e de linhaça de uma marca ótima (PETER PÃO, eu sei, cômico esse nome) que vende no supermercado Mambo, patês e queijo chancliche (pimenta e orégano), azeitonas verdes e pretas.
Nunca tinha feito patê em casa, apesar de sempre comprar os feitos pelo Santa Luzia (amamos o de salmão que tem gosto de ovas, que aprendi a gostar com a insistência do Valinhos em me fazer provar tudo, TUDO, durante a faculdade) e pensar comigo mesma: acho que consigo fazer também um desses simplinhos (ervas, azeitona, salame, peito de peru, etc…).
Foi inspirada pela última cena do filme “Ele não está tão afim de você”, na qual a menina fica devaneando sobre o amor enquanto mistura um patê homemade, que decidi fazer eu mesma os patês desse evento familiar.
Sem nenhuma humildade, amei amei amei o de ervas finas frescas. Por três motivos:
* as ervas usadas foram todas colhidas da minha horta!
* foi muito fácil de fazer,
* até o Ric gostou, mesmo tendo verdinhos!!!
…
Como fazer patê:
Usei o super mixer que a Irene me deu de chá de cozinha. Ele é muuuito poderoso, juro.
Ingredientes para patê de ErvasFinasFrescas: (quantidades a olho, sorry...) Queijo cottage (comprado, não usei a receita caseira, não deu tempo de preparar, acho que se usasse não precisaria do cream cheese. Acho...) Cream Cheese Sal Azeite Tomilho Cebolinha (a verdinha, usada em comida japonesa, não a cebola em concerva!) Manjericão Sálvia Salsinha Preparo: Piquei os temperos. Coloquei em um bowl o queijo cottage e o cream cheese (assim, uma super colherada de cada um), reguei generosamente com azeite, belas pitadas de sal e, por último, os temperos. Usei o mixer até que tudo ficasse bem cremoso e homogêneo. Durante o processo, fui acertando a quantidade de sal e de azeite (pra ficar mais liso e saboroso!) .. Ingredientes para patê de Azeitona Preta: (quantidades também a olho, sorry...) Azeitonas pretas sem caroço Queijo cottage Cream cheese Azeite Preparo: Em um bowl coloquei as azeitonas, os quejos e reguei com azeite. Bati com o mixer até ficar cremoso. Não acrescentei sal por ser de azeitona, e o azeite foi bem pouquinho, só pra dizer que foi.
