PicNic… PicMe


Salmon
October 19, 2009, 7:38 am
Filed under: Hmmmmmmmmmm

Salmon em redução de balsâmico e salada de alface roxa com mussarela de búfala

A nossa sala de visita era da cor salmon. Acho que eu nunca nunca nunca vou usar nada com essa tonalidade. Era a sala proibida para as crianças.

Mas o peixe, esse vou usar sempre que puder! Super delicinha (como diria a Có!), fica bom de quase qualquer maneira e está no TOP 10 das comidas favoritas do Ric (o único peixe da lista!!!).

Comprei essas postas e grelhei na frigideira, reduzi o vinagre balsâmico e reguei tanto o peixe quanto a salada de alface crespa roxa e mussarela de búfala. Super simples, super rápido e super delicinha.



Hamburguer
October 14, 2009, 7:40 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Last Minute

Hamburguer picante caseiro acompanha batata cozida com cheddar

Estou devendo um pra Irene, ela ficou com vontade quando viu um do Jamie Oliver na TV. Nunca tinha feito hamburguer em casa.

Voltamos mortos de fome hoje. Tinha comprado carne moída e batatas para um almoço cozy e tal. Mas virou jantar.

Aqui se vende batatas de um jeito diferente. Elas já vem em saquinhos e não se sabe qual é o tipo de batata, só está escrito na frente se é boa pra cozinhar \ purê ou pra assar ou fritar. Só vende de 3 Kg. Muito Kg pra duas pessoas, mas…

Cheguei e logo coloquei as batatas pra cozinhar, pensando em fazer um purê e um tipo de chilli de carne moída. Até que me lembrei, não tenho descascador de batatas! Já tinha improvisado a falta do descascador e do ralador com a cenoura, deu tudo certo. Mas com as batatas, achei melhor improvisar outro prato.

Foi com inspiração nessa countrygirl e lembrando do preparo do steak tartar do restaurante La Casserole em São Paulo (fomos nas vésperas de viajarmos, a convite da Tia Nica, um jantar muito maravilhoso mesmo) que saiu um hamburguer.

As batatas eu detestei, achei super farinhentas, mas o Ric amou. O hamburguer, tenho que confessar, eu amei. Meio picante México, estou super nessa fase México.

Receitinhas

Hamburguer (rende 10 minis)

300g de acém de vitela moída (compramos a que tinha já moída, da outra vez foi novilho!)

1 colh. de chá de mostarda (tipo Dijon ou boa assim)

1 colh. de café de pimenta piri-piri (usei a líquida, nem sei se tem de outras formas, mas só pra constar)

sal

pimenta do reino preta moída

10 fatias de salame picante picadinho (usei o que tinha, super opcional)

3 fatias de pão amanhecido umidecido no leite

Batatas:

6 batatas médias \ pequenas

1 fatia de queijo cheddar

Preparo:

Hamburguer:

Em um bowl, misturar todos os ingredientes, sendo que o pão deve ter o excesso de leite e escorrido, e ser esfarelado com os dedos. Deve ficar com uma consistência que permita moldar.

Fazer 10 bolinhas de tamanho similar. Enrolar na mão, achatar levemente e arrumar as laterais, para não se desfazer quando for pra chapa.

Em uma chapa \ frigideira anti-aderente bem quente (eu usei a frigideira grande e não usei nada de óleo), colocar de 3 em 3 (uma das vezes serão 4!!) os mini hamburgueres (é bom colocar assim de pouquinho, pra que a temperatura da frigideira não baixe muito e assim sele a carne, o que significa manter o líquido na carne e ela ficar mais suculenta!), virar assim que o primeiro lado dourar levemente para um hamburguer mal passado. Repita o processo até acabarem os hamburgueres.

Batatas:

Em uma panela com água, cozinhar as batatas até que, ao espetar um garfo e levantar, o peso da batata faça com que ela escorra do garfo.

Cortar ao meio ou em três e cobrir com um pedacinho de queijo cheddar, ele vai derreter gradualmente com a temperatura da batata.

Servir e ser feliz!

Batatas com Queijo Cheddar e Hamburguer



Our Very First Meal in Our Very Third Home
October 14, 2009, 6:12 pm
Filed under: BlaBlaBlá, Brainstorm, Hmmmmmmmmmm

Salada verde com queijo de cabra tio frescal

Incrível pensar que este é nosso terceiro lar em apenas um ano de casamento.

No meio destas mudanças todas muita coisa aconteceu, coisas tão grandes que caberiam em uns 20 anos de casamento tradicional. Mas não somos tradicionais, no sentido do óbvio, lugar comum e tal.

Muito aprendizado, muita felicidade, muito caminho ainda por percorrer.

Esse meu texto é assim tão intenso pra mim, que nem sei que frase digitar primeiro. As palavras brotam na mente e o coração palpita, como se todas as verdades fossem ser vividas mais uma vez. Sejam boas ou ruins, os sentimentos estão ali, vivinhos.

Sonho com esse meu novo por do sol há anos, pelo menos cinco. Queria tanto ter essas ovelhas como vista e essa oportunidade de ser vista, que quase me sufoquei e quase desisti desse sonho. Mas, como quase tudo na minha vida, o meu desejo vem muuito antes da hora certa. Paciência. Acho que é esse o meu aprendizado.

Tenho essa dificuldade de pegar o bonde andando. Gosto de começar do começo. Assim, no colégio, se eu não pegava o ritmo da aula no início do semestre, pronto, ficava toda perdida, sem achar a ponta do novelo que parecia cada vez mais embolado. O Ric me disse ontem “Aqui você pode começar do começo de novo”, me deu medo, aquele friozinho na barriga de primeiro dia de aula, me deu também felicidade.

Sou meio 8 ou 80, ou muito decidida ou completamente indecisa. Pra melhorar esse equilíbrio, estou tomando minhas super gotinhas da Antroposofia. E às vezes me falta aquela confiança de que sou mesmo capaz.

Na faculdade, quem mais me ajudou a dar aquele empurrão foi o Valinhos. Vivia no meu pé. “Já fez carne de porco? Não. Então é hoje!”, “Prova antes de me mostrar, cadê o sal?”, ” Você comeu o scargot? NÃO?! Tem que provar, tá aqui pra isso, vai, toma!”. Agora tomei coragem e resolvi tentar a cozinha. Fui pra esse ramo por ser algo simplesmente natural e prazeroso pra mim, mas me perdi no meio do caminho. Agora, com a voz do Valinhos no meu ouvido e o incentivo do marido (vamos todos os dias ao super! coitado!), resolvi tentar, tentar ser eu mesma e ver no que dá, afinal tenho ovelhas como paisagem, tudo pode acontecer.

Nossa primeira refeição em nossa terceira casa foi bem simples, assim como o Ric gosta.

Salada com Queijo de Cabra fresco, crutons e bandas de maçã

Pasta a bolonhesa

Salda de Alface com croutons caseiros e queijos de cabra frescalPasta a Bolonhesa

Lista Agregada

* SEMPRE contrate uma empresa de mudanças, mudar sua vida em um Fiesta não vale o esforço!

* Existe gente boa no mundo, que além de te emprestar a casa e o fogão, te ensina a fazer uma horta.

* Existe gente invejosa no mundo. Como não entende essa bondade alheia, acaba julgando. Ohh coisa feia.

* Não ter telefone fixo ou Tv são as melhores coisas do mundo. Fui mais feliz assim.

* As pessoas em geral não te ouvem, você pensa que está em um diálogo, mas é mesmo um monólogo. (O “diálogo” a seguir foi repetido inúmeras vezes com as mesmas pessoas: “- Você viu na novela ontem o cabelo da XXX? – Não, não tenho TV. – Acho lindo aquele tipo de cabelo. Você não acha?)

* Olhe pro céu. A Lua e as estrelas são presentes divinos que nos enchem o coração de felicidade.

* Pause para um chá.

* Pão na chapa do Oliveira servido pela Geisa está entre uma das melhores coisas que já vivi.

* Ter um jardim, rir com os pássaros, cultivar uma horta. Essas são as minhas metas de vida.

* Exerça o desapego material. Você não precisa de tudo o que tem, e emprestar ou doar o que está sobrando faz um super bem!

* Sonhos se realizam. Acredite.



Pastéis de Belém
October 2, 2009, 4:36 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Imagine

Pasteis de Belem Pastelaria de Belem Lisboa

Pastéis de Belém. Teoricamente também são os pastéis de nata, mas estes são especiais, são feitos em Belém, ao pé do Mosteiro dos Jerônimos.

A primeira vez que fomos, foi quase sem querer. A Tia Angela tinha comprado uma revista sobre Lisboa que apontava como uma das delícias indispensáveis do roteiro.

Fomos ao Mosteiro, apreciamos o parque e, em seguida, almoçamos em algum restaurante típico na rua ao largo do mosteiro.

Almoço singelo. Andando pela rua, assim sem pretensões, nos deparamos com a tal da pastelaria. Ela, com cara de pastelaria qualquer, com um balcão típico e uma imensa assadeira com milhões dos tais pastéis. Pedimos um cada um.

A balconista polvilhou canela e nós demos a primeira mordida. Sempre amei pastéis de nata, tem gosto de minha infância, de vestido simples, sandálias e primos. Mas esse pastel, ai meu Deus! Definitivamente o melhor. Ainda morno (amo comer todos os doces ainda mornos), com o aroma da canela, que traz o toque ao creme delicado e uma casquinha crocante e folhada. Somente suspiros de prazer traduzem o momento.

Fomos lá hoje. Suspirei da mesma maneira que da primeira vez.

Bola de Berlim ou Sonho e Pasteis de Nata com Acucar e CanelaPastéis de Belém Pastel de NatasCalçada em Mosaico Portugues em frente a pastelaria de Belem em LisboaSaco de papel para viagem da Pastelaria de BelémVitrine da Pastelaria de Belém ao lado do Jeronimos



Flan de Chocolate
September 26, 2009, 7:14 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Nina and The Chocolate Factory

Flan de chocolate

Amoamoamoamo flans.

Panacota, flan de baunilha, manjar de nata (Ash el saraya – comi no almoço do Arábia durante o Restaurant Week- manjar dos deuses!)…

A textura firme e macia ao mesmo tempo, a sensação de leveza e o desmanchar na boca sem esforço, o sabor definido e simples, aiai, me derreto.

Não gosto de pudim de doce de leite, também não como manjar de coco. Pudim sempre foi a sobremesa favorita do papai e da Lena, por isso era obrigatório em casa toda semana. Até hoje eles amam. Eu não posso ver na frente. Já o manjar de coco com calda de ameixas pretas, um clássico do Natal na casa da vovó, mesmo sendo de coco (amo a água, detesto tudo que leva o coco), eu cederia pela textura perfeita, se não fosse aquela película (calafrios!) que se forma no topo do manjar (e as vezes até no meio!), típico de gelatina (que também não como, mesmo fazendo bem pras unhas!).

Foi assim, pra ajudar na recuperação mais rápida do meu 20º resfriado do ano, que o Ric me fez, para acalentar, um flan de baunilha que eu tanto queria (desse blog que adoro, ela denominou de pudim). Ele sofreu o mesmo esquecimento de um itenzinho (semquererjustamenteofundamental!), mas ficou delícia assim mesmo.

Ele detestou. Detesta todos esses pudins, flans e manjares “sem graça” que eu tanto amo. Mas se fosse de chocolate…..

Bem, me recuperei super rápido dessa vez. Graças ao flan de baunilha e as gotinhas mágicas da Antroposofia, e resolvi devolver o carinho com um flan de chocolate.

Usei a mesma base do que ele me fez. Tirei a baunilha (com a qual ele implíca, por enquanto…) e acrescentei cacau em pó e achocolatado.

Ficou muuuuuuuito bom, eu gostei bem mais que ele! Nem liguei para os gruminhos que se formaram (é só passar na peneira antes de distribuir nas forminhas) e nem formou a maldita película. Fiquei extasiada com a possibilidade de comer sempre sempre sempre que quiser um flan de chocolate.

Como é fácil fazer uma criança feliz, né?!

Flan de Chocolate

(adaptado daqui)

Ingredientes:

1 e 1/2 x creme de leite fresco

1 e 1/2 x leite

2 colh. de sopa de achocolatado em pó (usei Taeq, o favorito do Ric)

2 colh. de sopa de cacau em pó (usei um português com preço justo do supermercado Santa Luzia)

1/2 x açúcar

1/4 x amido de milho

1/4 colh. chá de sal

Preparo:

Em uma panela coloque o creme de leite fresco, o leite, o cacau e o achocolatado em pó e leve a fogo médio. Com um fuet mexa constantemente até que quase ferva.

Acrescente o amido de milho, o açúcar e o sal, mexendo sempre com o fuet até engrossar. Passe em uma peneira caso tenham se formado gruminhos (opcional).

Divida em potinhos o flan (usei os copos com cara de copo de plástico amassado, paixão do Ric). Caso não queira que se forme a película na superfície do flan, coloque encostado no creme papel filme e leve a geladeira.

Deve ficar uma delícia com uma pitada de pimenta síria, quem sabe!

Sobremesa pudim de chocolate individualFlan de Chocolate em Copo de porcelana imitando copo de plastico amassado



Bolachinhas de Nata
September 24, 2009, 8:01 pm
Filed under: A Piece of Cake, Hmmmmmmmmmm, Last Minute

Pacotinhos para presentear de Sequilho de Nata

Bolachinha é algo que agrada a gregos e troianos.

Incrível. Só não agrada a mim.

Bolachinhas de nata são fáceis e saborosas.

Fiz com medidas erradas, como sempre. Mas deu certo.

Fiz com diferentes pontos de cocção. A Lena gosta mais dourada, o Ric fica com a queimada (ele gosta mesmo, não precisa ter pena!), o tio Carlo com as mais alvas, e assim por diante.

Vovó Eneide me ligou na quarta cedo, às vésperas da mudança, pra pedir a tal receita. Cômica!

Biscoito caseiro de Nata

Bicoito de Nata:

(da apostila de panificação do SENAC)

Ingredientes:

100g de Nata (eu encontrei no Supermercado Santa Luzia e no Shopping Bourbon, no supermercado Zaffari da marca Piá que é do Sul)

90g de Açúcar

8g de manteiga

30g de ovo (gema+clara)

225g de amido de milho (maizena)

Preparo:

Misturar na batedeira a nata, o açúcar e a manteiga (usei a raquete para misturar). Acrescentar o ovo e misturar bem.

Adicionar o amido aos poucos, até ficar uma massa homogênea.

Fazer pelotinhos e dispor em uma assadeira untada. Levar ao forno pré-aquecido a 150graus C até assar.

Servir com café, chá ou dar de lembrança pra alguém querido.

Bolacha de Nata



Krümelkuchen
September 13, 2009, 10:12 am
Filed under: A Piece of Cake, Hmmmmmmmmmm, Last Minute

Krumelkuchen

Tem gente que não tem preguiça, tem gente que supera nossas expectativas, tem gente que nos surpreende. Delícia.

Pedi pra uma amiga do Rosmarino uma receita de cuca, ela me trouxe um livro dela. Vê se pode!

Não é a cuca do sul, que é um bolo fofo com uma compota e a farofinha doce por cima. Esse é mais denso, a mesma farinha de cima é a base desse bolo, mas mais prensado, é claro!

Livro em alemão, com cheiro de guardados antigos, tradução anotada em um papelzinho de rascunho, durtante almoço correria. Experiências simples e marcantes.

Fiz para o final de semana com almoço para amigos e amigos dos pais do Ric.

Arrumei uma ajudante super, irmãzinha topa tudo. Bianca cortou banana, quebrou ovo, misturou farofa doce, montou o bolo.

Ficou bem bolo alemão. Amei.

Cuca de Banana versão AlemãReceita traduzida de Krumelkuchen Cuca

Krümelkuchen:

200g de manteiga amolecida

200g de açúcar

500g de farinha de trigo

1 ovo

Raspas de limão (usei de limão siciliano. Segundo a Bi, é o que agente desenha. Pura verdade, ningém desenha limão Thaiti!!!)

1 colher de chá de fermento químico

Canela em pó

doce de banana para recheio

Preparo:

Pré-aquecer o forno a 180 graus Celcius.

Bater a manteiga com o açúcar até que fique bem cremoso. Acrescentar o ovo e as raspas de limão. Bater até ficar homogêneo.

Com as pontas dos dedos, acrescentar a farinha e o fermento. Não amasse muito, tem que ficar tipo farofa mesmo.

Em uma forma redonda de 24cm, untada só com manteiga, forrar com 2/3 da farofa, amassar com os dedos, para aglomerar.

Cobrir com o doce de banana.

Acrescentar no 1/3 restante de farofa canela a gosto.

Espalhar por cima do doce de banana, sem apertar.

Levar ao forno por cerca de 25 minutos, ou até dourar.

Servir com sorvete, morno ou frio.


Livro Alemão de Receitas


Mac and Cheese
September 11, 2009, 3:12 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Last Minute

Mac and Cheese

Amo esse prato super americanóide.

Nada mais delicioso que pasta, molho branco e muito queijo. Nada mais reconfortante para um resfriado a dois.

Foi nosso almoço de recuperação. Afinal, casal que é casal fica doente junto, engorda junto, corre junto…



Pão com Tomilho Fresco
September 11, 2009, 2:54 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Jardinando, Last Minute

Pão caseiro de Tomilho fresco com Manteiga Aviação

Fazia tempo que eu não me inspirava pra preparar um pão.

Foi sem querer que eu descobri que a Lu Bordini tem um blog.

Recebi um e-mail do facebook dizendo que eu não entrava a muito na minha página e que eu tinha mil novas msgs não lidas. Óbvio que ele mentiu pra mim, não tinha nenhuma msg. Olha que loucura, recebendo cobrança de um portal! Fiquei meio abobada com a loucura toda que é esse mundo virtual, mas… Voltando ao foco, foi assim que descobri que a Lu tem esse blog. Nele, ela apresenta alguns dos pães que ela prepara e que aprendeu durante sua estadia em Bs.As. (que saudades!).

Resolvi preparar metade da receita do tal do Bertinet, que já tinha ouvido como o Deus dos Pães! Agora também quero esse livro.

Pra aproveitar as ervinhas da horta orgânica do meu jardim, resolvi acrescentar o tomilho.

Enquanto arrancava as folhinhas dos galhos (quando já está mais velho, o caule fica marrom e é só passar os dedos firme pelo caule no sentido contrário ao nascimento das folhas que todas elas se despreendem com facilidade. Se for novinho, é só picar tudo), me lembrei do meu primeiro contato com essa aromática plantinha.

Foi no nosso primeiro módulo de cozinha prática, o Valinhos tuchou um ramo no meu nariz e disse: “O que te lembra?” eu, com minha memória olfativa óooooooootema, “Não me lembra nada!”, ele ficou puto e respondeu “Pizza!!!!!!”, hmmmmmmmmm eu pensei, “tá vou tentar gravar!”

Tomilho Fresco na horta de casa

Assim que o Ric provou o pão, sem eu nunca ter mencionado a história acima contada, disse: “Nossa, não sei o que é, mas me lembra Pizza esse seu pão”. Eu ri.

Ficou com a casca bem grossa (fato que me desagrada mas agrada a muitos, lembra um pão italiano não tão duro) e com o miolinho fofo e muuuito aromático. Delícia ele morninho com uma lasca de manteiga Aviação por cima.

pão em Branco e Preto


Pão com Tomilho
(adaptado daqui!)

Ingredientes:
255g de farinha para pão
5g de fermento fresco
1 colher de chá de sal
170g de água morninha

1 punhado de tomilho fresco



Preparo:
Esfarele com as mãos o fermento na farinha.
Acrescente a água e o sal, batendo (com o gancho) na batedeira na velocidade 1 até misturar. Bata na velocidade 2 por cerca de 7 minutos. Acrescente o tomilho (somente as folhinhas) e bata por mais 30 segundos.
Em uma bancada enfarinhada, faça uma bola com a massa e coloque para descansar dentro de um bowl coberto com um pano úmido por 1h em local morno e fechado.
Abra a massa com os dedos delicadamente. Faça um retangulo e dobre as laterais até o centro. Corte a massa em dois (cerca de 225g cada pedaço). Faça duas bolas juntando as pontas até o centro. Deixe descansar por 5 minutos.
Abra com a ponta dos dedos um retângulo e dobre, formando um “rocambole”. Repita com a outra bola o mesmo processo.
Coloque em uma forma enfarinhada a massa com as dobras para baixo. Deixe crescer por cerca de 1h em local morno e fechado.
Em forno pré-aquecido a 250 graus Celcius, asse por cerca de 40 minutos.

Prepraro de Pão com Tomilho

Massa de Pão de Casca Grossa com Tomilho FrescoModelar Pão com TomilhoFatia de Pão com Tomilho e Raspa de Manteiga



Boacinha
September 3, 2009, 6:38 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm

Biscoito de Feira

Dizem as más linguas que uma das primeiras coisa que a Lena aprendeu a pedir foi “uma boacinha, só uma boacinha”.

Se tivesse que pensar em uma bolacha que ela sempre comeu, seria certamente a da feira. Tinha as da lata azul, as recheadas, as salgadas, mas as de feira eram as campeãs de audiência.

Ano passado fomos para o Sul passar o natal na casa da Neni, fizemos uma parada em um restaurante de estrada e lá estava. Os baldes transparentes (?!) cheios de bolachinhas amanteigadas. A lena pediu um saquinho e fomos colocando as mais diversas que, no fim, têm todas o mesmo gosto.

Comi e me lembrei de nossa infância. Foi uma delícia.

Aqui, já tinha procurado em mais de uma feira. Na pequenina perto da Abílio, na grandona da Oscar Porto, na de Pinheiros, mas nada de boacinhas. Achei uma vez entre a Faria Lima e a Rebouças, mas estava sem carteira, então passou. Foi aqui na da Vila Madá que encontrei uma banquinha com todas as opções.

Hmmmmmmmmmmmmmm.

Boacinha - Bolacha de Feira