
Bolachinha é algo que agrada a gregos e troianos.
Incrível. Só não agrada a mim.
Bolachinhas de nata são fáceis e saborosas.
Fiz com medidas erradas, como sempre. Mas deu certo.
Fiz com diferentes pontos de cocção. A Lena gosta mais dourada, o Ric fica com a queimada (ele gosta mesmo, não precisa ter pena!), o tio Carlo com as mais alvas, e assim por diante.
Vovó Eneide me ligou na quarta cedo, às vésperas da mudança, pra pedir a tal receita. Cômica!

Bicoito de Nata:
(da apostila de panificação do SENAC)
Ingredientes:
100g de Nata (eu encontrei no Supermercado Santa Luzia e no Shopping Bourbon, no supermercado Zaffari da marca Piá que é do Sul)
90g de Açúcar
8g de manteiga
30g de ovo (gema+clara)
225g de amido de milho (maizena)
Preparo:
Misturar na batedeira a nata, o açúcar e a manteiga (usei a raquete para misturar). Acrescentar o ovo e misturar bem.
Adicionar o amido aos poucos, até ficar uma massa homogênea.
Fazer pelotinhos e dispor em uma assadeira untada. Levar ao forno pré-aquecido a 150graus C até assar.
Servir com café, chá ou dar de lembrança pra alguém querido.


Tem gente que não tem preguiça, tem gente que supera nossas expectativas, tem gente que nos surpreende. Delícia.
Pedi pra uma amiga do Rosmarino uma receita de cuca, ela me trouxe um livro dela. Vê se pode!
Não é a cuca do sul, que é um bolo fofo com uma compota e a farofinha doce por cima. Esse é mais denso, a mesma farinha de cima é a base desse bolo, mas mais prensado, é claro!
Livro em alemão, com cheiro de guardados antigos, tradução anotada em um papelzinho de rascunho, durtante almoço correria. Experiências simples e marcantes.
Fiz para o final de semana com almoço para amigos e amigos dos pais do Ric.
Arrumei uma ajudante super, irmãzinha topa tudo. Bianca cortou banana, quebrou ovo, misturou farofa doce, montou o bolo.
Ficou bem bolo alemão. Amei.


Krümelkuchen:
200g de manteiga amolecida
200g de açúcar
500g de farinha de trigo
1 ovo
Raspas de limão (usei de limão siciliano. Segundo a Bi, é o que agente desenha. Pura verdade, ningém desenha limão Thaiti!!!)
1 colher de chá de fermento químico
Canela em pó
doce de banana para recheio
Preparo:
Pré-aquecer o forno a 180 graus Celcius.
Bater a manteiga com o açúcar até que fique bem cremoso. Acrescentar o ovo e as raspas de limão. Bater até ficar homogêneo.
Com as pontas dos dedos, acrescentar a farinha e o fermento. Não amasse muito, tem que ficar tipo farofa mesmo.
Em uma forma redonda de 24cm, untada só com manteiga, forrar com 2/3 da farofa, amassar com os dedos, para aglomerar.
Cobrir com o doce de banana.
Acrescentar no 1/3 restante de farofa canela a gosto.
Espalhar por cima do doce de banana, sem apertar.
Levar ao forno por cerca de 25 minutos, ou até dourar.
Servir com sorvete, morno ou frio.


A tia Ana tem por hábito deixar a mesa da copa da casona de Amparo repleta de gostosuras, para que todos sirvam-se à vontade durante a festa de Natal que usualmente comemoramos lá.
Foi em uma dessas tardes que descobri o reconforto caseiro que um bolo cremoso de fubá me traz.
Como essa data é sempre uma loucura de conversas, churrascos, bolos e presentes, não descobri a receita, e nem quem preparou o tal bolo.
Foi algum tempo depois, com uma necessidade louca de morder uma fatia de serenidade, que eu procurei pela internet por receitas do gênero. Lembro de ter lido várias, escolhi uma das encontradas na pesquisa e mãos a obra.
Ficou muito muito bom, me satisfez super.
A última vez que tinha feito esse bolo, ainda morava na Rua Japão. E foi pro café da manhã no nosso jardim, com a family da Dani, que resolvi resgatar essa receita.
Teoricamente é um bolo de liquidificador, mas como não tenho, foi na minha super batedeira mesmo!
A massa fica muito líquida, mas muito mesmo. Isso eu lembrava.
Lembro que usava a forma de furo (tipo pra pudim), mas como agora a única forma de pudim que eu tinha era pequena demais e supostamente para ser preparado no fogo (vem com uma panela, para o pudim ser feito em banho maria, vovó que me deu, nunca usei para o devido fim, mas sempre me foi muito útil).Na falta de, untei uma das minhas assadeiras de fundo removível e tchum a massa pra dentro e tchurum pro forno.
Ótimo. Enquanto lavava a louça… Avelã começa a lamber o chão (-Cachorro doido!), opa, tá lambendo muito feliz, deixa ver. Observo abobada meu bolo escorrer por baixo do fogão. SOCORRO!!!
Corre pra cá, unta a forma de pudim pequena mesmo, e vira o que sobrou da massa do bolo pra forma e direto pro forno de novo.
Foi assim, a desventura em série.
O bolo ficou pequenino, mas todos adoraram.
Agora anotei em rosa shock ao lado da receita: “Nunca usar forma de fundo falso, a massa ESCORRE!”
Psfoto: Esse garfo fofo faz parte do conjunto de talheres que ganhamos de casamento da Tia Wanda/Tio Ralph/Fer/Rê, é um garfo especial para bolos, tipo pra chá da tarde. Esse design super é da maravilhosa Villeroy & Boch.
Receita de bolo de fubá cremoso:
Ingredientes:
1 x de fubá
3 x de açúcar
1 x de farinha de trigo
3 ovos
50g de parmesão
4 x de leite (temp. ambiente)
80 gr de manteiga
1 col. de sopa de fermento em pó
Preparo:
Derreter a manteiga e reservar.
No liquidificador bater os ovos e o leite.
Em uma vasilha, colocar todos os ingredientes secos, menos o queijo ralado.
Adicionar aos poucos ao leite/ovos os ingredientes secos. Incorporar a manteiga derretida e o queijo ralado.
Em uma forma untada com manteiga e farinha, derramar a massa que estará bem líquida.
Levar ao forno pré-aquecido a 150graus C até que fique dourado.
Desenformar morno.
Ps: Esse bolo é tipo brownie, não deve ser super cozido, pra ficar com a consistência cremosa do meio.

Quando muffins e cupcakes ainda eram coisas distantes da nossa realidade paulistana, e a mamãe sonhava com o sabor e as cores de um muffin de blueberry, o Alê fez o impossível. Ele trouxe, de Las Vegas, no avião (dhhhhhh), muffins pra ela.
Temos fotos, vou procurar. Foi na nossa copa cor de mostarda que ela registrou e não dividiu as mordidas naqueles bolinhos cor de caramelo manchados pelas bolinhas preto-azuladas de fruta. Foi um momento definitvamente delicioso, principalemente pra ela!
…
Para um café entre queridos, muffins de chocolate com gotas de chocolate (parece coisa de chocólotra, tanto chocolate de uma vez só, mas acreditem ou não, o Ric reclamou a falta da calda de chocolate).
Ficou bem gostoso. As gotas pesadas fizeram com que o miolo cozinhasse menos que o resto do bolinho, logo ficou mais úmido, tipo um brownie.
Fiz a receita básica de cupcake e acrescentei uns dois punhados de gotas de chocolate (ando sem medidas exatas).
Hmmmmmmmmm, delícia.

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Agosto é época de morangos. Justo no aniversário da Lena, e sou eu quem ama morangos.
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Morangos com Açúcar, além de ser uma sobremesa típica da minha mesa de infância, era o nome da novelinha das cinco em Portugal durante nossa última visita.
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Os melhores morangos que eu já comi foram os que a Marta colheu na horta atrás de sua casa. Tia Ana Paiva inventou uma salada com alface (também da horta) cortada em tiras fininhas, azeite português (é obvio, elas são de lá!) e muitos morangos frescos. Hmmmmmmmm.
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Tia Wanda morre de medo de morangos mal lavados, eles podem cegar.
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Moranguinho era um desenho que assistiamos durante nossas férias em Portugal.
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Morango é uma das frutas que mais absorve os agrotóxicos despejados nela, por tanto o orgânico vale o investimento.
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Morango não é pra ser dulcíssimo. É pra ser morango.
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Fiz um bolo com morangos pro dia-dos-pais.
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Morangos com chocolate
Morangos com açúcar
Morangos com Chantilly
Morangos com suspiro
Morangos frescos, em compota, como geléia.
Amo morangos.


Tive uma professora na faculdade que adorava ter conclusões sobre tudo, mesmo sem ter conhecimento de causa. Uma das conclusões “geniais” dela foi que ninguém, nunca, aplica uma receita anotada de um programa de TV.
…

Foi em uma manhã, assistindo TV no sofá da casa da Neni, enquanto ela e a Carolina tiravam um cochilo, que anotei essa receita.
Não testei imediatamente, pois a Neni não tava comendo chocolate pra Carol não ter cólicas. (isto é ser mãe: uma não come pra outra não sofrer!).
Ainda morava na R. Japão quando achei o papelzinho com as anotações meio confusas (anotar a receita da Nigella é tarefa complexa, afinal, sou visual e tenho que ver a textura do bolo pra não entrar em pânico quando ele estiver na minha batedeira).
Ele é um dos meus bolos favoritos. Contrariando a conclusão da prof, eu não só testei uma receita que eu mesma anotei da TV, como amei.
É lógico que o da Nigella ficou muito mais alto e lindo, mas… não se pode ter tudo.
Ele fica com uma casquinha crocante e o bolo em si é super úmido, tipo um brownie, e super leve, tipo uma mousse. Amo. Bem chocólatra.
…
Finalmente uma parcela das Shoushs vieram aqui em casa. A Beca mostrou fotos, a Có mostrou fotos. Falamos sem parar e comemos um pouco pra poder variar.
Fiz o tal bolo pra elas. Quando a Có chegou (“Má, não me pergunte como, mas cheguei. Derrepente o GPS avisou: você chegou!”), o bolo estava nos finalmentes.
Deixamos esfriar enquanto esperavamos a Beca (ela não teve tanta sorte quanto a Có, passou na frente da padoca umas mil vezes). Decidimos desenformar. Morremos de rir.
A camada crocante de cima tinha ficado (uns 4 centímetros) separada do resto do bolo. Como eu usei uma forma removível, com a lateral toda de papel manteiga, quando tiramos a forma, vimos a crostinha voando e o bolo lááááááá em baixo.
Depois do choque e das risadas, separamos a casquinha e colocamos o bolo no prato, e por cima apoiamos a casquinha, nem dava pra perceber que teve um pequeno incidente de percurso. Como o bolo é bem molhadinho, ele segurou a casquinha no lugar.
Normalmente ele não faz isso.
Já servi acompanhado de calda de laranja, creme de manga e coulis de frutas vermelhas. Dessa vez foi simples, assim, purinho.


Minha refeição favorita é, sem margem para dúvidas, o café-da-manhã.
Em Portugal, o título usado para tal refeição é pequeno-almoço.
Foi na casa dos vizinhos Wilma e Fernando que eu descobri o motivo dessa nomeclatura diferenciada.
Diariamente, eles compunham uma mesa de café da manhã tão farta e variada, que certamente um almoço em poucas horas seria impossível. Era uma mesa oval, na copa, com vista para o tejo (bem lá no fundo). Tinha sucos, frios, pães, ovos mexidos, bolos, café, leite, achocolatado e mais uma infinidade de apetrechos que nem me recordo.
Acredito que tenha vindo daí essa minha mania de fazer cafés da manhã super fartos, com direito a frutas e sucos naturais, bolos e pães feitos em casa e, em algumas ocasiões, até queijos e geléias saídos da minha pequena cozinha. O Alê já disse ser o fã número um dos meus bigbreakfasts.
No entanto, para poucas pessoas, ou para os sábados em que as horas são valiosas para resolver coisas úteis, nada mais simples e reconfortante que uma xícara de leite e um pequeno cupcake ao lado.

Amo maracujá, em especial suco de maracujá.
Foi por isso que resolvi fazer o bolo de aniversário da Elenice (chefe de cozinha do Rosma, que realiza todos os meus desejos e me mima com bolos e brownies semanalmente) de maracujá, e acrescentei a papoula pro pão-de-ló ficar pintadinho.
Pra enfeitar o topo do bolo, fiz mini rosas de pasta americana e pincelei pó dourado. Tenho imensa dificuldade em trabalhar com pasta americana, devido à temperatura elevada das minhas mãos. Só consegui fazer sem desastres as flores devido ao frio da manhã dessa quinta-feira.
Usei a pasta americana pronta (Arcolor) por pura praticidade. Aprendi uma receita na faculdade, mas como eram apenas cinco rosinhas, não valia a pena fazer a receita imensa.

…
Na verdade, o maracujá tem uma prima que é simplesmente perfeita: A Granadilla, fruta típica do Peru, que custa quase nada por lá. Em compensação aqui…
Fui apresentada a ela ainda na faculdade, pelo Valinhos. Ele é simplesmente apaixonado pela cozinha peruana (influência da avó da Inês – conjugê). Ele me desafiou – como sempre – a provar sem saber o que era. Foi paixão a primeira colherada. Sonho com ela sempre.
Fica a dica pra quem tiver a oportunidade de apreciar essa fruta doce e linda. Papai seguiu meu conselho e comeu no café da manhã durante sua última viagem ao Peru. Segundo ele, realmente vale a pena.


Toda vez que sento no computador, tenho uma desculpa diferente pra não ter escrito o post planejado.
O motivo real é minha sede de vasculhar novos horizontes, ainda por serem descobertos nesse mundo infinito da internet.
Os motivos que culpo são: falta de tempo no computador (apenas poucos minutos por dia em frente a ele me são permitidas), cansaço, lentidão do computador, lentidão da internet, vontade louca de entrar debaixo do edredon branco de plumas (culpa da minha sogra que me deu o bendito!), fome, sono, fotos não passadas pro PC, etc e tal.
O problema é que todas essas minhas desculpas mil me acumulam posts na cabeça. Tenho uns 5 diferentes que gostaria de ter publicado, que tirei ou não as fotos para tanto, mas… os motivos se repetem.
O problema mor, no entanto, é que com o passar do tempo e o fato de criar novos temas para publicar, os antigos ficam meio forçados quando os componho. Não me sinto natural ao descrever coisas “velhas”. Os sentimentos mudam a cada instante, e assim o que eu pensava sobre o bolo de chocolate com doce-de-leite já não é tão fresco, pois já fiz outros três, e agora tenho uma concepção distinta do primeiro.
Normalmente, quando decido escrever sobre algo, não tenho a ordem das palavras prontas na minha cabeça. Apenas as idéias de forma fluida. É como desenhar (pra mim): se eu penso que quero desenhar um passáro e não defino como ou com quais cores e tal, ele simplesmente sai no papel e acho lindo. Agora, se eu penso que quero uma fênix voando sobre nuvens prateadas, nunca consigo traduzir a imagem de dentro da minha cabeça para o papel. Resultado: frustração.
Como não consigo deixar de ir pra frente, e tão pouco pretendo passar por cima do que ficou pra trás, quero pôr em dia meus posts, minha vida.
Assim, de pouco em pouco, um de cada vez, posso tentar recomeçar.
Sempre tenho o desejo de ter férias para poder parar tudo, organizar tudo e começar do começo. Pra mim, se eu não começo certo, é muito difícil arrumar depois. É um defeito que estou tentando arrumar, como podem notar acima, em relação aos posts!
A realidade diz que não preciso de férias (durante as férias eu NUNCA perderia o tempo de diversão para pôr em ordem a burocracia da vida), precisaria parar o tempo. Como isso é simplesmente impossível, tenho mesmo é que aprender a correr uns metros pra conseguir voltar a caminhar, do ponto onde deveria já estar.
…

Fiz um bolo. Distribuí pedaços do bolo. E fiquei chocada.
Meu susto foi com a indagação acompanhada da oferta da fatia de bolo. Ao invés de um “Obrigada, qual o sabor?” ou qualquer derivado da mesma sentença, ouvi diversas versões de “Pra que você fez esse bolo?”.
Resposta simples e direta, verdadeira e sincera: “Deu vontade”.
Incrível como o fator “espontaneidade” é algo quase que proibido. Como, por exemplo, dar/ganhar presente sem razão aparente. Logo se suspeita de uma segunda intenção escondida em algum lugar. A vida perde muito com essas suposições. Verdade que 99% das vezes as pessoas são interesseiras e só fazem jogos para atingir seus objetivos pessoais, mas por quê não ser diferente? Tentar ser mais desprendido faz um bem inestimável.
Foi assim que fiz meu bolo de papoula e limão siciliano.

Queria mesmo fazer um bolo com cara de festa, daqueles que parecem ter demorado horas, daqueles impossíveis de serem reproduzidos na nossa cozinha caseira. Não ficou tudo isso, mas me impressionou o bastante pra ficar orgulhosa da minha produção!
Como sempre, achei sem graça, mas o resto achou super delicinha (como diz a Có!).

Receitas: Pão-de-ló da vó do Dani Usei essa mesma receita, só acrescentei 1 colher de sopa de semente de papoula (infelizmente proibida no Brasil, consegui no estoque do restaurante, abastecido pela querida Ana Maria, a única santa que traz papoula dos Estados Unidos!) Recheio: Ingredientes: 2 gemas 1 lata de leite condensado 500ml de leite integral 30 gr de maizena (amido de milho, não consigo deixar de chamar de Maizena) 1/2 xícara de suco de limão siciliano Preparo: Bata as gemas com um garfo ou fouet como para preparar omeletes. Em uma panela coloque as gemas, o leite condensado, o leite, o suco de limão e a maizena. Leve ao fogo para egrossar até o ponto de creme. (Não deixe formar grumos, o fouet ajuda nessa hora.) Buttercream para a cobertura: (usei a metade da receita da Martha Stewart) Ingredientes: 180g de manteiga sem sal pomada 227g de açúcar de confeiteiro Essência de baunilha (de qualidade, pra não ficar com gosto de padoca!!!) Preparo: (manteiga pomada = manteiga bem "amassada" com as costas de uma colher, até que fique com consistência de uma pomada) Em uma batedeira usando o aro, bater a manteiga pomada até ficar pálida e cremosa. Acrescentar aos poucos o açúcar e a essência de baunilha. A cada acréscimo, bater por cerca de 5 minutos em velocidade 2 (baixa). A cada duas adições de açúcar, bater na velocidade máxima por 10 segundos. Usar imediatamente. Montagem: Depois que o bolo estiver frio, cortá-lo ao meio e umedecer com suco de limão siciliano diluido. Espalhar o recheio sobre uma camada do bolo, deixando a borda externa sem recheio (mesma coisa que o bolo de chocolate) Passo-a-passo fotografado: (inspirado nesse blog - as fotos dela são mil vezes, mas chegaremos lá!)![]()
Colocar a outra camada de bolo sobre o recheio.
Cobrir o bolo com o buttercream e polvilhar papoula nas bordas para decorar.
Servir e se deliciar!

Zum Geburtstag viel Gluck,
Zum Geburtstag viel Gluck,
Zum Geburtstag liebe Rapha,
Zum Geburtstag viel Gluck!
…

Definitivamente o meu doce favorito de fazer é bolo de aniversário.
Todo mundo está feliz e almeja a noite toda por uma fatia do esperado doce.
A dificuldade que acompanha essa preparação começa pela escolha do sabor. Como agradar a gregos e troianos é simplesmente impossível, tento sempre ficar neutra. Sigo as dicas do aniversariante, se ele gosta de chocolate, prefere um bolo com frutas ou ainda sonha com algum tipo de amêndoas… Dentro dessas diretrizes, tento equilibrar os sabores a ponto de agradar uma bela parcela!
O segundo obstáculo a ser saltado nessa corrida é a pressão de sair bom. Não é um bolo pra tomar com chá ou levar na casa do pai, que se der errado, umas bolachinhas fazem as vezes. É o bolo da festa. Tem que ter bolo na festa. Ou seja, não pode embatumar (como minha sobrininha Carol já sabe!), não pode queimar (sou mestra!), não pode quebrar, nem faltar recheio, nem dar preguiça…
A maratona começa mesmo quanto chega o vilão mor: Tempo. Tem que dar tempo. Seguir as etapas com calma é meio caminho andado para o acerto. Peneirar a farinha, misturar com calma as claras, pré-aquecer o forno, deixar o bolo esfriar COMPLETAMENTE antes de cortar as camadas e assim por diante.
O Rapha viajou pra Minas a trabalho e lógico que me trouxe um super pote de doce de leite! Perfeito para o recheio do seu bolo de aniversário (mal sabia ele dessa parte).
Como o paladar dos convidados (Lena, Rapha, Ric e eu) era bem parecido, foi fácil escolher a gostosura. Pão-de-ló de vanilla, recheio de doce de leite mineiro e cobertura de chocolate! Mega doce, muuuuito calórico e perfeito para um bolo de aniversário.
Foi o primeiro bolo que eu fiz com calma. Avisei a lena pra chegar as 9h15. Como eles são extra potuais (Alemão!), contava com os dois às 9h10. Calculei tudo tudo tudo. Amei fazer as etapas com tranquilidade, faz muita diferença não ter que acrescentar as claras em neve já pensando na cobertura do bolo. Fiz prestando muita atenção a cada etapa, dando a elas o empenho merecido.
A comemoração ganhou parabéns nas versões português e alemão. Pretendia escrever no bolo feliz aniversário em alemão, mas fica pra próxima.

Receitas: Pão-de-ló da Vó do Dani (minha receita favorita do mundo!) Ingredientes: 6 ovos 1 x de leite 2 x de açúcar 2 e 1/2 x de farinha de trigo 1 colher (de sopa) de fermento químico Essência de baunilha a gosto (de boa qualidade!) Preparo: Bater as claras em neve até que se juntem no globo. Reservar. Bater as gemas, o açúcar e o leite até ficar claro. Acrescentar, batendo bem a cada vez, a farinha de trigo peneirada e a essência de baunilha. Acrescentar (misturando manualmente) o fermento e misturar bem. Acrescentar as claras em neve à mistura devagar, para não perder o ar e deixar a mistura mais fofa. Em forma (30 cm de diamentro) untada com manteiga e farinha, derramar a mistura e bater algumas vezes na pia para as bolhas de ar saírem. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por cerca de 30 minutos. Recheio: 1 pote de doce de leite cremoso de qualidade Cobertura: Ingredientes 400g de chocolate meio amargo 80g de manteiga sem sal em cubos Preparo: Em banho maria, derreta o chocolate e a manteiga até que fiquem misturados de forma homogênia e cremoso. MONTAGEM: Cortar o bolo já frio ao meio. Umidecer com leite as duas metades do bolo. Apoiar a base do bolo no prato que irá ser servido. Cubrir com uma camada generosa de doce de leite, deixando a borda externa do bolo sem recheio (Quando a outra metade for colocada em cima, o recheio se espalha) Apoiar a outra metado do bolo sobre o recheio. Cobrir com a cobertura de chocolate morna. Servir e ser feliz! PS: Se quiser a cobertura molinha, é só não colocar na geladeira. Se quiser durinha, como uma casquinha, é só colocar na geladeira e tirar pouco antes de servir. (Cuidado para o bolo não suar com a diferença de temperatura da geladeira e do ambiente!)
PS2: Gluck tem trema, mas esse computador se recusa a colocar, então foi sem mesmo!
Colocar a outra camada de bolo sobre o recheio.

Cobrir o bolo com o buttercream e polvilhar
papoula nas bordas para decorar.

Servir e se deliciar!