PicNic… PicMe


Flores Bordadas
July 27, 2009, 6:30 pm
Filed under: Obra Prima, Pintar e Bordar

Pano de Prato Bordado a Mão

Durante as aulas de história, ficava imaginando, enquanto a prof. descrevia todas as tapeçarias da família real, as mulheres bordando, transformando pano e linha em lindas tapeçarias, vestidos, e jogos de toalhas.

Flores Bordadas

Bordar requer atenção. Bordar pede dedicação. Gosto de bordar no sossego, de preferência no silêncio.

Como não achei nenhuma instrução na internet sobre bordados mexicanos e eu queria de qualquer maneira bordar algo que me lembrase Frida Kahlo, inventei um ponto da minha cabeça. Nem sei se posso chamar isso de ponto, de tão simples que é.

Basta escolher dois pontos e entre eles passar a linha, formando as pétalas, no caso do meu desenho.

Fiquei encantada com a destreza e sincronia da família Dumont, que borda em conjunto. Os desenhos são maravilhosos. Nem posso imaginar como se faz isso, mas amaria aprender.

Pano de Prato com Flores bordadas



SucodeClorofila
July 26, 2009, 1:37 pm
Filed under: Hmmmmmmmmmm, Jardinando, Last Minute

Suco de Clorofila e sua fonte

Já tinha tomado clorofila concentrada, mas suco de clorofila foi a primeira vez.

Esse suco, também conhecido como Suco de Luz, dizem fazer um bem danado ao corpo.

Resolvi testar em casa, já que o Ric plantou um vaso imenso dessa plantinha, e ela parece ter fermento, cresce em volume e velocidade astronômica.

Busquei receitas no Google e, no fim, fiz um mix de várias delas – do que eu lembrava, pelo menos.

Saiu um suco muuuuuuuito verde, doce por natureza e delicioso. Convenci o Ric a tomar 4 longos goles, ele nem acreditou que eu não tinha adicionado açucar!

O que me deixou mais feliz foi o detalhe da menta e da clorofila terem sido colhidas essa manhã, no meu jardim!

Suco de Clorofila (ou suco de Luz):
Ingredientes:
1 maça fuji
1 cenoura pequena
1 pepino japonês
5 folhas de menta
15 folhas de espinafre orgânico
2 punhados generosos de clorofila (da plantinha germinada)
água Q.B.



Preparo:
(Como não tenho liquidificador fiz tudo no mixer, o que requer mais paciência.)
Lavar as folhas de menta, clorofila e espinafre. Reservar.
Descascar e picar a cenoura. Picar a maçã com casca já lavada e o pepino.
No liquidificador ou no mixer, bater todos os ingredientes. (No mixer, fui batendo aos poucos, para que conseguisse moer tudo direitinho)
Se necessário, acrescentar pouca água.
Em uma peneira ou em um pano de prato limpo, coe o suco, aproveitando ao máximo todo o líquido da mistura.
Beba em seguida.

Copo de Suco de Clorofila Suco de Luz


Olhos Vermelhos
July 25, 2009, 11:09 am
Filed under: Pintar e Bordar

chaveiro de olhos gregos vermelhos

A Natália sempre amou pimentas. Todos os pratos da praça que estavam sob o comando dela seeeempre tinha um toque a mais de pimenta.

Pra ela, qualquer uma servia: malagueta, rosa, verde, preta e até a fétida branca.

Seu amor por pimentas é tamanho que seu pulso ganhou uma definitiva.

Resolvi presenteá-la com um dos meus talismãs favoritos, o olho grego. Para proteger seu carro novo. Mas é lógico que não poderia deixar a pimentinha de fora, por tanto fiz um mix no chaveiro. Para combinar com seu carro, fiz tudo vermelho!

Espero que ela goste e que proteja essa garota apimentada!

O que mais gostei foi que eu mesma pude montar o chaveiro.

As peças podem ser compradas em qualquer armarinho bom, eu comprei no Petit Bazar, no Paraíso. Na 25 de Março também tem tudo isso, mas as vezes só vende em grande quantidade, por isso tem que ver o quanto vale a pena se for pra fazer um só ou se for pra vender e tal.

Escolhi pedras de murano, que são mais caras, mas muuuuito mais bonitas que as de plástico e afins, mas isso fica a critério da pessoa e depende do objetivo também!

Para montar o chaveiro:
Peças:
2 olhos gregos
2 pedras brancas
1 pompom branco (para a ponteira)
50cm de linha encerada especial para confecção de chaveiro
3 pimentinhas
10 bolinhas transparentes
1 argola de chaveiro

Montagem:
Laçar o pompom com o fio encerado dobrado ao meio.
Colocar uma pedra branca passando as duas pontas do fio.
Passar uma das pontas do fio por uma bolinha transparente e a outra por fora.
Colocar um olho grego, passando as duas pontas do fio.
Separar os fios e em cada um deles colocar duas bolinhas transparentes.
Colocar um olho grego, passando as duas pontas do fio.
Passar uma das pontas do fio por uma bolinha transparente e a outra por fora.
Colocar uma pedra branca passando as duas pontas do fio e dar um nó na base dele.
Marcar uma distância de um dedo e amarrar o fio na argola para chaveiros.
Em uma das pontas do fio colocar uma pimenta, uma bolinha transparente, uma pimenta e uma bolinha transparente e dar um nó na ponta.
Na outra ponta colocar uma bolinha transparente, uma pimenta e finalizar com uma bolinha transparente e dar um nó na ponta.
Prontinho, um chaveiro feito por você.
Ps: a composição das bolinhas, pedras, olhos e pimentinhas é totalmente livre, esse foi o modelo que eu inventei, mas vale usar a criatividade e se divertir com tantas opções!


Café com Cupcake
July 25, 2009, 10:49 am
Filed under: A Piece of Cake, Hmmmmmmmmmm, Nina and The Chocolate Factory

café com cupcake

Minha refeição favorita é, sem margem para dúvidas, o café-da-manhã.

Em Portugal, o título usado para tal refeição é pequeno-almoço.

Foi na casa dos vizinhos Wilma e Fernando que eu descobri o motivo dessa nomeclatura diferenciada.

Diariamente, eles compunham uma mesa de café da manhã tão farta e variada, que certamente um almoço em poucas horas seria impossível. Era uma mesa oval, na copa, com vista para o tejo (bem lá no fundo). Tinha sucos, frios, pães, ovos mexidos, bolos, café, leite, achocolatado e mais uma infinidade de apetrechos que nem me recordo.

Acredito que tenha vindo daí essa minha mania de fazer cafés da manhã super fartos, com direito a frutas e sucos naturais, bolos e pães feitos em casa e, em algumas ocasiões, até queijos e geléias saídos da minha pequena cozinha. O Alê já disse ser o fã número um dos meus bigbreakfasts.

No entanto, para poucas pessoas, ou para os sábados em que as horas são valiosas para resolver coisas úteis, nada mais simples e reconfortante que uma xícara de leite e um pequeno cupcake ao lado.



Fruit de la Passion
July 24, 2009, 7:52 pm
Filed under: A Piece of Cake, Hmmmmmmmmmm

Bolo de Maracujá e Papoula

Amo maracujá, em especial suco de maracujá.

Foi por isso que resolvi fazer o bolo de aniversário da Elenice (chefe de cozinha do Rosma, que realiza todos os meus desejos e me mima com bolos e brownies semanalmente) de maracujá, e acrescentei a papoula pro pão-de-ló ficar pintadinho.

Pra enfeitar o topo do bolo, fiz mini rosas de pasta americana e pincelei pó dourado. Tenho imensa dificuldade em trabalhar com pasta americana, devido à temperatura elevada das minhas mãos. Só consegui fazer sem desastres as flores devido ao frio da manhã dessa quinta-feira.

Usei a pasta americana pronta (Arcolor) por pura praticidade. Aprendi uma receita na faculdade, mas como eram apenas cinco rosinhas, não valia a pena fazer a receita imensa.

Detalhe rosas de Pasta Americana

Na verdade, o maracujá tem uma prima que é simplesmente perfeita: A Granadilla, fruta típica do Peru, que custa quase nada por lá. Em compensação aqui…

Fui apresentada a ela ainda na faculdade, pelo Valinhos. Ele é simplesmente apaixonado pela cozinha peruana (influência da avó da Inês – conjugê). Ele me desafiou – como sempre – a provar sem saber o que era. Foi paixão a primeira colherada. Sonho com ela sempre.

Fica a dica pra quem tiver a oportunidade de apreciar essa fruta doce e linda. Papai seguiu meu conselho e comeu no café da manhã durante sua última viagem ao Peru. Segundo ele, realmente vale a pena.

Bolo de Maracujá e Papoula zoom



Limão Rosa
July 24, 2009, 9:39 am
Filed under: BlaBlaBlá, Brainstorm, Hmmmmmmmmmm, Last Minute

Jarra de Suco de Limão Rosa

Limão Rosa, foi o nome que o vendedor da banquinha de legumes e frutas orgânicas me passou.

Ele de rosa só tem o nome, na verdade é laranja, o meu laranja favorito: aquele com cor de sol poente.

Amei a idéia de um limão novo e comprei logo uma bandeijinha com cinco dos tais para provar no singelo café da manhã seguinte.

Café discreto e tranquilo em casa, para por o papo em dia e relaxar dentre as árvores do meu jardim.

Fiz os cupcakes que o papai tinha reclamado não provar, e fiz um suco natural, como ele sempre gosta de ter na mesa de desjejum.

O Ric, por pura curiosidade, já tinha tirado uma tampinha do limão pra testar seu sabor. Curioso mesmo é que ele adora suco de açúcar com um pouco de limão, ou seja, seu veredito – de que o limão era muuuuito azedo – já era esperado. Tentou convencer até os animais a provar, em vão, é obvio!

Minha primeira surpresa com o limão foi logo ao partí-lo ao meio. Ele tem os gomos no formato de mexirica, bem diferente de limão Tahiti ou Siciliano. A cor é impressionantemente linda e apetitosa.

Na hora de espremer veio a segunda surpresa: muito fácil de fazer, e com sementes. Agora sim, definitivamente mais uma mexirica do que um limão.

O suco ficou lindo, coloquei um pouco de água e deixei sem açúcar, para que cada um pudesse ajustar a doçura a seu paladar.

Mais uma vez, o Ric não aguentou de curiosidade e provou o suco antes dos outros chegarem. Caras e bocas a parte, o suco foi impetuosamente desaprovado.

Bem, todos chegaram e eu apresentei o suco. O Ric fez o alerta. Papai e Rapha foram corajosos assim mesmo.

A careta do papai foi impagável. Misto de brincadeira e verdade, acrescentou açúcar sem dó (ele está de regime, só pra constar). Em seguida, veio a explicação do especialisata em laranja:

“Esse limão é pra temperar salada, chama limão-vinagre. É ótimo, pra temperar salada.”

Foi só depois de todas as análises, críticas e risadas que eu resolvi provar o limão rosa.

Definitivamente único. Deve ficar muito bom pra temperar salada, mas amei como suco. Não é para o paladar de qualquer um, tem que ter paciência e perspicácia para apreciar tal acidez.

Tudo começa pela aparência subjulgada. Aquela cor de laranja sol provoca uma falsa impressão de doçura, o que leva à primeira decepção. Decepção causada por um julgamento sem fundamento, afinal o suco é de limão, o que logo diz “azedo”. Ainda com o sumo na boca, um misto de “não é tão azedo assim” e um “mas é mais acído do que o esperado” se intercala com um sabor sutil de limão-mexirica único.

Afinal, com um pouco de açúcar e muita atenção, me pareceu um suco primoroso e especial.

Chegei à conclusão, enquanto diminuia as fotos no PhotoShop, que esta é a minha perfeita metáfora.

Cheguei à conclusão, ontem no carro, que tenho sido uma pessoa mentirosa. O Ric tentou me corrigir e acredita que tenho sido apensa distante da realidade, mas para mim, tenho mentido. Mentido para mim mesma e para todos a minha volta.

Eu sou uma pessoa doce e ácida ao mesmo tempo. Entretanto, como a maioria não sabe lidar bem com a acidez, logo a confunde com mau-humor, rabugentice, encrenquice ou chatice, quando na verdade é apenas acidez, o que não é necesáriamente negativo, afinal, um bom vinho deve ter uma acidez equilibrada para ser considerado bom. A falta ou o excesso dela o torna inferior em qualidade.

Tenho omitido essa minha acidez, com o objetivo de me tornar mais “amável” aos olhos alheios, quando na realidade, são os outros que não querem lidar com as minhas verdades ditas, que incomodam e trazem um clima quase “chato” à mesa.

Sou como o limão-rosa. Tenho a aparencia doce, mas cuidado, tenha atenção, sou ainda assim um limão.

Tenho me queixado da falta de atenção dada às minhas falas. Raramente uma pessoa pára seu pensamento e me escuta.

(Segundo a Tia Ana Paiva, não é por acaso que existem duas palavras para expressar a audição: Ouvir e Escutar. Elas têm uma tênue diferença. Ouvir é simplesmente usar o orgão auditivo. Escutar, no entanto, é prestar atenção ao que está sendo dito a você).

Posso ser doce ou azeda, mas sou exatamente o que sou. O limão rosa, muito dificilmente, é uma fruta que se possa aprender a gostar. Ou se tem estômago pra isso ou não tem.

Pra resumir a ópera, prestar atenção a todas as partes de algo apresentado a você é fundamental. A nomenclatura, a textura, a coloração, o sabor inicial e o que fica depois de engolir, a sensação final.

Isso, na minha opinião, vale também para as pessoas, que são por natureza mutantes.

Me pergunto o motivo de um ser humano ser capaz de apreciar todas as características de um vinho, estudá-lo e ainda compreender as fases de sua maturidade e as mudanças que ocorrem em função disso, e não conseguir fazer o mesmo com relação a outros seres humanos.

Sou um limão rosa, já fui mais limão, agora ando só no rosa. Preciso ter coragem de mostrar que sou os dois, limão e rosa. Preciso confiar que as pessoas são capazes de me apreciar, mesmo com caracteristicas tão singulares, que podem ser um tanto indigestas.

Limão Rosa



Coque prêt-à-porter
July 16, 2009, 9:05 pm
Filed under: Beauty Day

coc 4

Coque é um penteado que me fascina há muito.

Acho que ele traz um certo mistério.

Me lembra flamencas ou gueichas. E a possibilidade de soltar as madeixas e mudar completamente de visual é algo incrível.

O mais incrível é que, com poucos grampos e alguns alguns minutos, ele está pronto! Como hoje muito mais é permitido, grampos aparentes ou pedacinhos de franja mal ajambradas no topo da cabeça não são um problema, e sim um toque único no visual.

(muitos ainda acham mesmo que eu estou descabelada, mas prefiro ir de acordo com o que eu me sinto bem e bonita!)

coc 2coc 5coc 6coc 3



I’m a Barbie Girl
July 16, 2009, 4:53 pm
Filed under: Beauty Day, BlaBlaBlá, Brainstorm

Nem sei por onde começou, aliás, acho que começou do meio, esse meu interesse pelo mundo da beleza.

maquiagem

Sempre vi a Lena lendo por horas os rótulos de produtos de beleza mil em farmácias e afins. Cresci com a Irene testando todos os tipos de mousses e o que mais tivesse disponível para dar mais volume aos fios dourados pelas luzes, fora as horas de bobs na cabeça, preparação para as noitadas.

Tem uma frase que a Irene falou uma vez em Amparo que me marcou muito, engraçada e realista ao mesmo tempo. Ela estava com os tais bobs na cabeça e foi abrir a porta da frente da casona pra a amiga entrar, eu fui atrás só pra bisbilhotar. Ela abriu bem devagarinho. Como não tem olho-mágico nessa porta de mil anos, ela olhou pela porta, tentando se esconder ao máximo, pra verificar se a pessoa que tocou a campanhia era de fato a tal amiga. Foi quando a menina atravessou a porta e finalmente a Irene a fechou, que ela soltou a tal marcante frase: “Meu Deus, como vou conseguir me arrumar pro meu futuro marido (apertando os bobs bizarros na cabeça!) com ele em casa?” – Achei demais a preocupação dela!

Enfim, entrei nessa fase graças a uma vontadezinha antiga + insistência da Helena + lembranças engraçadas da Irene + Blog da Fê, que me levou ao blog Dia de Beauté, que me apresentou à Kiehl’s, que me levou ao paraíso com sua máscara facial de argila para peles oleosas.

Juro que acreditava pouco em produtos em geral. Sempre tinha dúvidas se realmente funcionava. Nunca tinha certeza se meu cabelo estava realmente mais volumoso com o shampoo especial, que minha pele estava hidratada como deveria, que as lentes estavam bem lavadas, que o fixador do perfume realmente fixava o cheiro bom, etc e tal. Tudo mudou depois de 50 minutos com essa máscara no rosto.

Foi num final de tarde qualquer que resolvi testar meu mais novo investimento. Espalhei direitinho, seguindo instruções da atenciosa vendedora da Kiehl’s do Iguatemi (detesto vendedora de cosmético que quer te empurrar todos os produtos da loja, dizendo que só assim minha aparência vai ficar boa) e esperei. Essa é uma máscara que pode ser usada durante o sono, ou seja, você vai dormir com pele de plebéia e acorda com pele de rainha, simplesmente tudo de bom. Mas como sou meio ansiosa, resolvi fazer o teste de pouco tempo (a outra alternativa de uso da máscara, não foi da minha cabeça não!). Depois que eu lavei o rosto com água morna, juro que fiquei chocada com a diferença da textura da minha pele!

Como eu achei que estivesse sofrendo de alucinações, corri pro Ric assim que ele chegou e apresentei minha nova face! Ele me elogiou com uma frase típicamente cômica: “Uauuu, parece pele de golfinho!”

Paralelamente à máscara, estão os outros produtos para todas as outras partes do corpo. São infinitos. Esfoliante para os pés, cera para hidratar as cutículas e unhas, gel de limpeza facial, tônico facial, hidratante facial (essa é a ordem dos três produtos diários orbigatórios, aprendi na semana passada!), protetor solar especial para seu tipo de pele (aliás, tudo tem que ser de acordo com o seu tipo de pele, outro detalhe importante), creme corporal para hidratar durante o banho, demaquilante para os olhos, massagem para pé de galinha, esmaltes, pinças, espelhos, sombras, bases, pincéis, …………………………………… simplesmente infinito.

Estou amando me amar mais. Esse cuidado todo comigo me faz parar e pensar mais em mim. Isso era raro, isso é fundamental. Não posso e não quero mais me deixar pra segundo plano, em todos os sentidos possíveis.

Massagear os pés é também massagear o Ego, o que me deixa mais irradiante e com mais disposição para contornar os tropeços do dia-a-dia, da vida.

Sou mais feliz por ser uma Barbie Girl (tentar, pelo menos).

produtinhos



Há flores por todos os lados Há flores em tudo que eu vejo
July 16, 2009, 2:25 pm
Filed under: BlaBlaBlá, Brainstorm, Jardinando, Last Minute
 Olhei até ficar cansado
 De ver os meus olhos no espelho
 Chorei por ter despedaçado
 As flores que estão no canteiro
 Os punhos e os pulsos cortados
 E o resto do meu corpo inteiro
 Há flores cobrindo o telhado
 E embaixo do meu travesseiro
 Há flores por todos os lados
 Há flores em tudo que eu vejo

 A dor vai curar essas lástimas
 O soro tem gosto de lágrimas
 As flores têm cheiro de morte
 A dor vai fechar esses cortes
 Flores
 Flores
 As flores de plástico não morrem

 Olhei até ficar cansado
 De ver os meus olhos no espelho
 Chorei por ter despedaçado
 As flores que estão no canteiro
 Os punhos e os pulsos cortados
 E o resto do meu corpo inteiro
 Há flores cobrindo o telhado
 E embaixo do meu travesseiro
 Há flores por todos os lados
 Há flores em tudo que eu vejo

 A dor vai curar essas lástimas
 O soro tem gosto de lágrimas
 As flores têm cheiro de morte
 A dor vai fechar esses cortes
 Flores
 Flores
 As flores de plástico não morrem
 Flores
 Flores
 As flores de plástico não morrem


Flores
Titãs
Composição: Tony Bellotto / Sérgio Britto
Charles Gavin / Paulo Miklos

Flores do meu jardim,
flores que me acordam,
flores que me levam sonhar,
sempre quero flores,
sempre são flores.

orquidea amarela uma abertaorquidea amarela duas abertasflor do matocor de rosalírio da pazflor mexicanaanturioorquide branca fechadaorquidea branca abertabroméliasflor de couve manteigaFlorzinha vermelhamaria sem vergonha laranjamaria sem vergonha envergonhadapimenteirabotão semi abertobotão abertorosa rajada


Mini-Horta
July 16, 2009, 1:08 pm
Filed under: Jardinando, Last Minute

horta clorofila e arte

Um banho após a jardinagem e uma palavra que resumiu meus sentimentos e, por coicidência (ou não), os do Ric também:  Revitalizados.

Chegamos do CEASA, atendemos o pessoal do cupim (só vieram fazer a checagem pra garantir que eles não atacaram nada da casa), e começamos a jardinar. (Não sei se existe esse termo, mas como cabe direitinho…)

Com o super cortador de grama da Má e do Beto, demos um trato no jardim da frente. Ele andou muito judiado pela bagunça da obra, mas como o fim dela se aproxima, ele se tornou disponível novamente!

Cortamos o mato que cresceu, juntamos as folhas secas, pegamos as ferramentas e mãos a obra.

Enquanto o Ric decidia onde ía colocar o seu vaso e analisava toda a estética no ambiente, eu pensava sobre a melhor localização e insolação para plantar minha mini-horta.

mudas

Tudo decidido. Como sou meio sem noção de espaço, fiz um retangulo muito minúsculo para plantar minhas mudas, e o Ric logo me alertou. Tem que ser MUITO maior. Ok, dá-lhe machadadas com minha mini-enchada (não podia imaginar o quanto uma enchada é útil! Eu amo essa ferramenta, muito inteligente!).

Seguindo as instruções que o Beto me deu pouco antes de sair em viagem, as que me lembrava pelo menos, tirei a grama do retângulo em que pretendia plantar a horta, depois cavei (vírgula, o Ric cavou) cerca de 15cm de profundidade, e preenchi esse espaço com terra maravilhosa do CEASA (sem agrotoxícos e com muitas minhocas). Ficou lindo o meu retângulo.

Finalmente eu ía plantar minha horta. Que emoção (apesar de alguns acharem mais aberração do que emoção, vamos seguir em frente). Calculei a distância das mudas, separei seguindo uma lógica não muito plausível e finalmente ela ficou pronta.

Alface ao lado de beterrabas, próximas de salsinha e cebolinha, em frente da menta e ao lado do coentro, dividindo espaço com o tomilho, manjericão e salvia.

mini-horta

Minhas mãos ficaram completamente tingidas pela terra fresca.

Mãos de Jardineira

Como vivemos grudados, no final das contas, minha horta ficou grudadinha ao vaso de Clorofila do Ric.

Ric fez uma arte no vaso, eu fiquei apaixonada. Apesar dele sempre pensar que eu estou apenas querendo incentivar, eu realmente achei espetacular.

clorofila em vasinhostransformação

Olha só a Avelã em ação. Fã número um da Clorofila.

fanumeroumdeclorofila